sábado, 26 de maio de 2018


População paulistana contribuiria para a despoluição do Rio Tietê

Rios e parques foram avaliados como importantes recursos para qualidade de vida na cidade e valorização indireta dos imóveis


Fonte: ZAP em Casa


O rio Tietê é umas das primeiras paisagens para quem chega em São Paulo. Com 56 metros de largura e 26 km de leito canalizado dentro de São Paulo, o rio não é uma paisagem agradável. Com cheiro de esgoto e o aspecto sujo mostram que o rio está morto.

Segundo pesquisa realizada pelo Grupo ZAP Viva Real, 68% dos entrevistados aceitaria pagar alguma contribuição mensal (21% até R$ 5; 25% de R$ 10 a R$ 20; 22% acima de R$ 20) para o melhor cuidado do rio Tietê. Os outros 32% entendem que a despoluição deve ser financiada pelos impostos já pagos pelos contribuintes.

    Rio Tietê (Foto: Shutterstock)

A pesquisa mostra que além de oferecer mais bem-estar (92% dos respondentes afirmam se incomodar com o odor e coloração dos rios poluídos da cidade), 82% dos entrevistados afirmam que se o rio mais próximo de seu imóvel fizesse parte de um programa de despoluição, sua casa ou apartamento automaticamente seria valorizado.

Com 363 entrevistados sobre o impacto que parques trazem para a cidade de São Paulo. Os resultados mostram que 97% dos ouvidos apontam potencial de melhoria para todos os parques da capital paulistana e que 62% costumam frequentar as áreas verdes das regiões onde residem. Por isso, 60% dos entrevistados acreditam que, com revitalizações nestes locais de lazer, os imóveis próximos tenderiam a valorizar, em média, 19%.

“Ao fazermos esta análise, identificamos potencial de arrecadação relevante para a revitalização de parques e rios paulistanos – o que pode refletir, ainda, em aumento de bem-estar a todos que moram e passam pelos rios da cidade”, aponta Lucas Vargas, CEO do Grupo ZAP Viva Real. Nesse sentido, 44% das pessoas entrevistadas não pagariam nada a mais para a revitalização dos parques, mas 56% fariam uma contribuição voluntária para melhorar essas áreas. E, do total de pessoas que pagariam, 73% contribuiria com até R$ 5.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Caixa volta a financiar 70% do valor dos imóveis usados

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado

Fonte: ZAP em Casa


Na última terça-feira (2), a Caixa Econômica Federal anunciou a volta do crédito imobiliário Pró-Cotistas. Vale lembrar que essa é uma das linhas mais baratas oferecidas pelo banco, mas havia sido suspensa em junho do ano passado.

Uma outra novidade é que a instituição voltou a aumentar o financiamento de 50 para 70% dos imóveis usados. Dessa forma, a exigência da entrada para financiar um imóvel dessa categoria, diminuiu de 50 para 30%. Quem for adquirir uma unidade nova, foi mantido o percentual de 80% do financiamento.


Linha Pró-Cotista

É bom lembrar, que a linha pró-cotista é a que atualmente cobra os menores juros, isso se você não faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O banco informou ainda que a modalidade foi reaberta na última terça-feira para os clientes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Conselho Curador do FGTS.

Essa modalidade de crédito é voltada para os trabalhadores com conta de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e oferece taxas de juros que varia de 7,85% a 8,85% ao ano. Para ter acesso a essa modalidade, você precisa compro var, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS, não necessariamente consecutivos, ou o saldo em conta vinculado, de no mínimo 10% do valor da avaliação do imóvel. Além disso, você não pode se proprietário de imóvel no município ou região metropolitana onde mora ou trabalha e nem ser detentor de nenhum financiamento no SFH em qualquer parte do País, seja imóvel novo ou usado.

Vale ressaltar que o empréstimo pode ser pago em até 30 anos, se for um bem de até R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cuidado ao fazer alterações na varanda para não descumprir as normas do condomínio

Regras pretendem garantir a harmonia da fachada e é preciso ter conhecimento dos tipos de mudança que são permitidos

Fonte: ZAP em Casa

Muitas vezes, proprietários de apartamentos sentem a necessidade de trocar a cor da parede para dar uma renovada na decoração. Parece algo simples, porém, se a parede em questão fica na varanda, é preciso cuidado. Na verdade, qualquer alteração que deseje realizar neste tipo de ambiente merece atenção especial. Cada condomínio tem uma série de regras impostas para garantir a harmonia estética da fachada e o não cumprimento pode gerar uma dor de cabeça enorme. Portanto, fique atento ao que diz a convenção do condomínio para evitar problemas no futuro.

De acordo com o Código Civil, são deveres do condômino não alterar a forma e cor da fachada, das partes e esquadrias externas. A fachada corresponde à área externa que forma o visual do condomínio, como sacadas, paredes externas, esquadrias, janelas e portões de entrada e saída do prédio, por exemplo. Para que qualquer alteração seja realizada, é preciso passar pela convenção do condomínio. “Em caso de execução de alterações em local com proibição, as sanções serão acatadas e de responsabilidade do proprietário, estando sujeito às penalidades previstas no regimento interno do condomínio”, afirma a arquiteta Ira Oliveira.


(Foto: Shutterstock)

Quando um cliente solicita ao arquiteto uma reforma na varanda ou em qualquer outro cômodo que venha a acarretar em alteração da fachada de um edifício, a primeira providência é saber se o arquiteto que desenvolveu o projeto arquitetônico do edifício permite a intervenção na fachada do dele e, em seguida, deve-se solicitar a convenção do condomínio”, explica a arquiteta Carla Siqueira. “Neste documento estão contidas as regras para este tipo de obra (quando permitida), que mudam de acordo com cada condomínio. Algumas convenções proíbem totalmente, outras são mais flexíveis”, completa.

Ainda assim, hoje em dia, já existe um consenso e liberação para algumas mudanças através de assembleias. As mais comuns dão conta do envidraçamento da sacada e instalação de ar-condicionado. “Em alguns edifícios é proibida qualquer alteração de fachada. Em contrapartida, existem condomínios que são normatizados, ou seja, possuem um padrão de esquadria para fazer o fechamento da varanda e/ou permitem até a instalação de revestimentos, área gourmet, entre outras coisas”, afirma Carla.

(Foto: Shutterstock)

A questão é que a ideia do espaço integrado voltou a ganhar força. Desta forma, as varandas vêm sendo incorporadas na ambientação da sala. “Por várias razões essa modificação estrutural da planta do apartamento tem sido muito usual. O que define essa alteração pode ser o tamanho dos ambientes que integrados podem ser mais bem aproveitados, o uso da varanda como espaço gourmet numa extensão da sala ou mesmo eliminando o uso como varanda, gerando um espaço único de sala”, argumenta a Ira.

Quando há a integração dos ambientes, é bastante comum que a varanda seja fechada por uma cortina de vidro. “Nestes casos, o condomínio já tem um modelo estabelecido e aprovado pelo arquiteto e pelo condomínio. Normalmente as cortinas de vidro no mesmo padrão das esquadrias do edifício são utilizadas pelos proprietários que se dispuserem a fechar as suas varandas”, ressalta a arquiteta do escritório Ira Oliveira Arquitetura e Interiores, que completa que os modelos variam de prédio para prédio.



(Foto: Shutterstock)

Caso a ideia seja evitar maiores transtornos e problemas com o condomínio, existem possibilidades de fazer alterações na decoração sem correr o risco de mudar qualquer característica da fachada. “Um ponto que pode ser explorado é trabalhar bem os móveis, explorando a questão estética e funcional do espaço, tirando partido de textura e cores de acordo com a necessidade e desejo do cliente”, sugere Carla Siqueira. Outra sugestão é a de usar a varanda para criar um ambiente mais verde. “A proposta de um jardim, seja vertical ou não, também é uma opção barata e com um efeito incrível, trazendo ao ambiente um aconchego e proximidade com a natureza, que também é uma tendência na decoração”, conclui.


(Foto: Shutterstock)
























quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Pegboards garantem organização de forma prática, funcional, barata e criativa

Painéis perfurados servem para dar apoio para a fixação e instalação de diversos objetos e podem estar presentes em qualquer ambiente

Fonte: ZAP em Casa

A decoração está sempre se reinventando, buscando soluções práticas e baratas para imóveis cada vez menores e para orçamentos cada vez mais apertados. Mas isso não é sinônimo de falta de zelo com a ambientação da casa. Pelo contrário. Um pouco de criatividade pode ser capaz de deixar a decoração moderna, funcional e mais personalizada e isso tudo sem gastar muito dinheiro. Os pegboards são um bom exemplo para deixar a casa organizada com praticidade e a baixo custo. Os painéis perfurados que servem para dar apoio para a fixação e instalação de diversos objetos já são tendência para quem busca soluções práticas, baratas e funcionais. Além disso, basta ter inspiração e criatividade para usar o objeto em qualquer ambiente da casa.

Antes usado na indústria, comércio e oficinas, hoje os pegboards já fazem parte com frequência da decoração da casa. Ele ajuda a deixar tudo mais organizado e visível sem ocupar muito espaço e também sem pesar no bolso. “Hoje ele passou a ser utilizado na decoração de maneira criativa. A placa, que é perfurada de forma uniforme, serve para pendurar qualquer tipo de utensílios, desde acessórios a peças mais robustas, como suportes para bicicletas e muito mais que for necessário”, explica a arquiteta Neide Cirne. 

(Foto: Reprodução/Pinterest)

Dentre as vantagens, os pegboards são muito versáteis e têm um ótimo custo benefício. Além disso, eles trazem um toque de personalidade e estilo à decoração. “A utilização deles deverá ser direcionada para quem quer fazer uma decoração mais prática, sem elementos de grande valor, por se tratar de um material mais descontraído”, revela Neide Cirne. Além disso, a variedade também se dá pelo tipo de material a ser empregado. “Os painéis são facilmente encontrados no varejo, podendo ser de madeira, metal ou de Eucatex. Não existe um melhor que o outro, o que vai determinar qual o material ideal é o local onde será aplicado”, afirma a arquiteta Carla Siqueira.

(Foto: Reprodução/Pinterest)

A criatividade é o limite para o uso dos pegboards na decoração, principalmente porque eles podem ser aplicados de diversas formas. “O painel pode ser utilizado em qualquer área da casa. Usando a criatividade e o bom gosto, as placas podem ser customizadas para qualquer espaço, sendo recortadas de tamanhos diferentes e pintadas, tudo de acordo com o gosto e o estilo do usuário”, destaca Carla Siqueira. “Cheio de funcionalidade, é ótimo para organização de áreas como, closet (acessórios, cintos, bijuterias, bolsas..), escritórios , quarto de adolescentes (painel de recado, porta livros, porta canetas…) e quarto de crianças (pendurar cesto de brinquedos, brinquedos, bicicletas…), o pegboard consegue deixar todos os elementos em ordem e com ótimo apelo estético”, complementa. 

(Foto: Reprodução/Pinterest)

Os pegboards também têm espaço garantido em outros ambientes da casa. Na cozinha, por exemplo, podem ser um coringa como suporte para utensílios domésticos, horta, prateleiras para potes e porta-temperos. “Como elemento decorativo, o pegboard pode ser utilizado para pendurar quadros e outros objetos, formando uma galeria que poderá ser modificada a gosto da pessoa e em qualquer tempo, interagindo com as diversas fases da sua vida”, ressalta Neide Cirne. E as ideias não param por aí. “Outra sugestão é a composição com os furinhos, que permitem o bordado com ponto de cruz, decorando de forma charmosa qualquer ambiente com desenhos criativos”, acrescenta a arquiteta. 

(Foto: Reprodução/Pinterest)

(Foto: Reprodução/Pinterest)

(Foto: Reprodução/Pinterest)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Saiba como viver bem em um apartamento de 10 metros quadrados

Soluções inteligentes para o ambiente interno e áreas compartilhadas garantem o bem-estar de quem vai morar no menor imóvel da América Latina


Fonte: ZAP em Casa


Todo dia você manobra para frente e para trás tentando encaixar seu carro na garagem do condomínio e, quando consegue, sente aquela dificuldade de sair de dentro dele por conta do veículo do vizinho ao lado. Uma vaga de garagem de tamanho médio deve ter cerca de 10 metros quadrados. E parece pouco para os padrões atuais de tamanhos de carros. Agora, imagine morar em um imóvel com o mesmo espaço disponível para estacionar seu automóvel. A impressão inicial pode ser a de desconforto. Mas o apartamento de 10 metros quadrados, que está sendo lançado pela construtora e incorporadora Vitacon no bairro de Higienópolis, em São Paulo, oferece soluções que estendem a área privativa do imóvel com ambientes compartilhados. Dependendo da proposta de vida, é possível, sim, viver com conforto no menor apartamento da América Latina.

O mercado imobiliário tem aderido à tendência de apartamentos cada vez menores, principalmente depois que a recessão na economia brasileira se agravou. “O preço do metro quadrado se tornou algo impeditivo. Com o valor final mais em conta, é interessante porque facilita o financiamento e cabe no orçamento de mais pessoas. É uma forma de democratizar o sonho da casa própria”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP). O menor apartamento da América Latina custa R$ 99 mil, ou seja, R$ 9.900 por metro quadrado. O valor gira em torno da média de preços de imóveis em Higienópolis, que é de R$ 9.722,22, de acordo com o índice FipeZAP para julho. Já o preço médio em São Paulo para o mesmo mês era de R$ 8.680.



Projeção de como vai ficar o empreendimento da Vitacon (Foto: Divulgação/Vitacon)

A ideia é que o mercado disponibilize, cada vez mais, imóveis para cada fase da vida dos consumidores e isso agrega desde os apartamentos menores aos maiores. “Um estudante, alguém que trabalha durante a semana em São Paulo ou um recém-divorciado, por exemplo, pode começar em um imóvel de 10 metros quadrados e depois espera-se que eles evoluam e vão mudando para outros maiores”, pondera Alexandre Frankel, CEO da Vitacon. O empreendimento da construtora, inclusive, conta com 111 imóveis, que vão de 10 a 77 metros quadrados. Além disso, pesa também a questão da qualidade de vida. Compensa morar em um apartamento menor, mas em uma localização que evite maiores deslocamentos no dia a dia porque aguega trabalho, saúde, educação e serviços por perto. “A pessoa acaba não gastando horas no trânsito. Já ouvimos relatos de gente que passa a ir a pé para o trabalho e agradece por poder passar mais tempo com os filhos”, conta o executivo.



O empreendimento é o menor apartamento da América Latina (Foto: Divulgação/Vitacon)

Extensão

Quando se deseja calcular o número de pessoas que se aglomeram em um bloco de carnaval, numa passeata ou em qualquer evento que reúna uma multidão, estima-se uma média de três pessoas para cada metro quadrado. Isso significa que no apartamento considerado o menor da América Latina caberiam 30 pessoas de uma só vez. Mas imagine todos de pé, sem muito espaço para se mexer e precisando compartilhar um único banheiro. Soa desconfortável. Por isso, o empreendimento da Vitacon, que está em fase de lançamento e tem previsão de entrega para setembro de 2019, oferece espaços compartilhados que servem como extensão do imóvel. Os convidados podem ser recebidos em um lounge, por exemplo.




Na área comum, ainda haverá cozinha, cinebar, lavanderia, bicicletário e co-working, que é um escritório compartilhado. “Teremos também um espaço com ferramentas e um ambiente com geladeira para guardar as entregas. Todo mundo hoje faz compra online e podemos deixar os produtos refrigerados até a pessoa chegar em casa”, explica Alexandre Frankel.
Soluções


O ideal é alcançar ideias bem pensadas para que elas se tornem soluções para ampliar os espaços dentro do apartamento (Foto: Divulgação/Vitacon)

Já dentro do imóvel, para garantir mais conforto, o ideal é alcançar ideias bem pensadas para que elas se tornem soluções para ampliar os espaços dentro do apartamento de 10 metros quadrados. “Em vários países, como no Japão, já se usa muito essa arquitetura minimalista. O importante é planejar, ter ajuda de um especialista para que ele possa aproveitar ao máximo algumas soluções que pessoas leigas muitas vezes não conseguem ver. Mas que nesse espaço pequeno são muito necessárias”, diz a arquiteta Renata Inojosa.



Na área comum, ainda haverá cozinha, cinebar, lavanderia, bicicletário e co-working, (Foto: Divulgação/Vitacon)

As ideias podem, inclusive, ser bem simples, mas que vão garantir um bom resultado. “Podem ser soluções mínimas, como um baú embaixo da cama, utilizar bem os espaços aéreos ou móveis que se transformam”, detalha a arquiteta. Porém, é importante ressaltar que tudo depende do gosto de cada um. “Tem gente que gosta de ambientes mais claros e outras de mais escuros. Mas, se você quer mesmo ampliar o espaço, cores mais claras, móveis mais leves, coisas mais suspensas do chão, boa iluminação, coisas mais lineares e alongadas e espelhos dão a sensação de o ambiente estar mais leve”, acrescenta Renata Inojosa.


Na área comum, ainda haverá cozinha, cinebar, lavanderia, bicicletário e co-working, (Foto: Divulgação/Vitacon)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017



Saiba como incluir as luminárias industriais em qualquer ambiente

Novo hit da decoração é versátil e merece destaque

Fonte: ZAP em Casa

Tijolos, tubulações aparentes, madeira, metal, concreto, acessórios em cobre e luminárias em forma de pendentes… se você é aficcionado por decoração, provavelmente em suas buscas por referências na internet já se deparou com ambientes que uniam a maior parte destes elementos em um só lugar. Mas, o que talvez você não saiba é que a junção de todos eles forma o que é conhecido como estilo industrial.

Esse tipo de décor nasceu em Nova York, entre 1950 e 1970, quando as pessoas passaram a transformar galpões e estúdios em moradias. Desde aquela época, uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa.

Uma das principais referências do industrial são as luminárias, que hoje, com a popularização do estilo, ganharam praticamente todos os ambientes da casa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Conforme explica a arquiteta Renata Bertoni, do escritório RB Archdesign, o ideal é que as luminárias industriais realmente remetam às fábricas, sendo apresentadas como pendentes ou trilhos: “elas são geralmente fabricadas em metal, sendo eles alumínio, ferro ou aço, e podem ou não ter acabamento em tinta. Muitas vezes, elas são lixadas para terem aspecto de que vieram de uma fábrica abandonada”.

Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial. Roberta Fermann, profissional da Renova Arquitetura Express, conta que em qualquer ambiente elas podem ocupar o lugar de destaque: “numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar”.

Mas a boa notícia é que para incluir esse item na decoração da sua casa, você não precisa que o local seja inteiramente projetado no estilo industrial (Foto: Reprodução/Pinterest)

Para completar, ela explica que o tom da iluminação também tem muito a agregar ao objeto e ao espaço: “a iluminação é normalmente feita com lâmpada amarela, o que dá muito mais conforto, além de não distorcer as cores. As luminárias com filamento também estão super em alta. Além de lindas, podem ser dimerizáveis (com regulagem da intensidade do brilho), o que possibilita fazer cenas nos ambientes”.

Ainda sobre o tom da iluminação, vale ressaltar que cada ambiente se adequa melhor a uma cor específica de lâmpada, já que elas podem valorizar ou destruir uma decoração. Conforme Renata Bertoni explica, ambientes como quarto e sala pedem lâmpadas amarelas, que “despertam sensação de conforto e provocam o bem-estar”. A luz branca é mais indicada para cozinhas, banheiros, escritórios e lavanderias: “o branco, por ser claro, remete a um ambiente clean (limpo)”, finaliza a arquiteta.
Numa sala de jantar mais clean e moderna, por exemplo, fazer uso de uma peça como esta deixa o ambiente aconchegante e dá destaque para a mesa de jantar (Foto: Reprodução/Pinterest)

Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha. “No lavabo, por exemplo, fica lindo colocar o pendente em uma lateral da bancada, torna-se quase que um objeto de arte”, exemplifica a também arquiteta Roberta Fermann.

Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas, basta seguir as dicas acima que o acerto é garantido.


Já para os pendentes e spots em si, essa regra não se aplica, ao contrário do que muitos pensam, eles não se restringem à iluminação da mesa de jantar ou de bancadas de cozinha (Foto: Reprodução/Pinterest)


Isso é, para o quarto, para a sala de estar, hall de entrada, varanda ou escritório, as luminárias industriais estão liberadas (Foto: Reprodução/Pinterest)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Saiba como utilizar o detergente de forma eficaz na limpeza da casa


Descubra quais são os tipos do produto e para que servem cada um

Fonte: ZAP em Casa


Fazer uma faxina completa em casa não requer um grande kit de produtos de limpezas, muito menos itens sofisticados e ultramodernos. O bom e velho detergente, por exemplo, é um poderoso aliado da higienização doméstica, pois possui versões variadas, podendo ser usado em diferentes superfícies e encontrado em valores que atendem a todos os bolsos.

Antes de mais nada, é importante saber quais são os tipos de detergentes existentes no mercado e para que servem cada um deles. Segundo explica a personal organizer Bárbara Volnei, são quatro:

Detergentes Biodegradáveis

O detergente é um poderoso aliado da higienização doméstica (Foto: Shutterstock)

Eles têm esse nome por serem passíveis de degradação pelos micro-organismos presentes nas águas. Os detergentes se tornam biodegradáveis quando é reduzida a quantidade de fosfato presente no detergente. Lembrando que apenas os detergentes em gel, utilizados para lavar louça, são biodegradáveis. Os sabões em pó e em barra permanecem na natureza ainda por um longo período de tempo, por este motivo, necessitam de um tratamento prévio antes do descarte.

Detergente Neutro

Possui versões variadas, podendo ser usado em diferentes superfícies (Foto: Shutterstock)

É o mais utilizado na limpeza do dia a dia em residências e não agride o piso.

Detergente Ácido

O detergente pode ser encontrado em valores que atendem a todos os bolsos (Foto: Shutterstock)

É indicado para limpeza pesada, como sujeiras causadas no pós-obra (cimento, óleos, graxas, etc).

Detergente Alcalino

Remove todo tipo de sujidade, com exceção das de origem mineral. Deve ser usado com cuidado para não agredir o piso.
Ainda de acordo com Bárbara, existe um outro ponto a se atentar sobre os detergentes: o seu PH. Ele influencia diretamente na identificação de qual produto é mais indicada para cada tipo de superfície. “Por exemplo: neutro (PH estabilizado em 7): para retirada de sujidades como pó e poeira, e outros resíduos; ácido (PH entre 0 e 7): ideal para limpeza de ferrugem, sangue, cimento, terra; alcalino (PH entre 7 e 14): limpeza de sujidades como gordura de origem animal ou vegetal (frituras, molhos, óleos, graxas, etc)”, indica ela.
Uma das grandes vantagens dos detergentes é seu poder de economia, já que com pouca quantidade do produto é possível fazer uma limpeza eficaz (Foto: Shutterstock)

Mas, além de verificar o PH do detergente que você vai comprar e seguir as dicas acima, é imprescindível ler as instruções da embalagem antes de iniciar a limpeza, assim, não corre o risco de estragar nenhuma área, é o que aconselha a também personal organizer Rafaela Oliveira: “produtos com cloro devem ser evitados em superfícies como: granito, mármore e pisos com coloração. É muito importante também saber usar produtos com cloro, pois do contrário podem manchar uma determinada superfície para sempre. Detergentes de louça concentrados são perfeitos na limpeza e mais seguros”.
Para Rafaela, uma das grandes vantagens dos detergentes é seu poder de economia, já que com pouca quantidade do produto é possível fazer uma limpeza eficaz: “produtos de limpeza concentrado são ideais para serem diluídos em água. Tem também os produtos de limpeza em embalagens comuns e em borrifadores (estes são mais econômicos, pois há menos desperdício na hora da aplicação). Detergentes de louças concentrados são mais fortes e com apenas algumas gotinhas dão conta da lavagem das louças de forma eficiente”.
A economia do produto também se dá pelo uso consciente na hora da limpeza. Isso é, a quantidade de detergente e a espuma que ele fizer não vão ditar a qualidade da higienização. Pelo contrário, o excesso de produto pode deixar a superfície sem brilho e manchada. Por isso, além de fazer a diluição em água, é importante retirar toda a solução da área limpa com um pano úmido, dessa forma a limpeza será completa e bem feita!

segunda-feira, 5 de junho de 2017


Aprenda dicas caseiras para limpar o box

Gordura, sabonete e mofo são os principais inimigos do box. Saiba como limpá-los com preparos feitos em casa


Fonte: ZAP em Casa



O ideal é que o box seja limpo todos os dias (Foto: Shutterstock)


Com o tempo, a estrutura do box – não só o vidro como as ferragens – tende a acumular manchas e resíduos. Para mantê-lo limpo e com bom funcionamento, o ideal é realizar uma limpeza diária com água corrente logo após o banho, evitando, assim, o excesso de gordura, vapor, sabonete e mofo, que são as principais situações que exigem uma limpeza mais profunda.


Para isso, é possível recorrer a soluções caseiras, lembrando que alguns produtos abrasivos, como lixas, buchas e água sanitária tendem a danificar os perfis do box. Bucha vegetal e sabonete branco podem ser bons aliados para esta limpeza diária e, de acordo com a personal organizer Karoline Bim, para limpar as marcas brancas do vidro, é possível usar palha de aço para esfregar a superfície totalmente seca, delicadamente. “Este processo soltará um farelo branco, que é a gordura saindo”.


Palha de aço pode ser usada para limpar o box


Depois disso, para manter o box limpo por uns 15 dias, misture em um borrifador 200 ml de álcool, 100 ml de removedor e duas colheres de lustra móveis. O líquido ficará bifásico. Misture bem, aplique sobre o vidro e passe um pano limpo.“Outra opção é passar cera automotiva com o box seco. O vidro ficará limpo e impermeabilizado a semana toda”, explica Karoline.


De acordo com o fabricante Ideia Glass, é importante realizar uma limpeza mais profunda no espaço que fica nas frestas entre os trilhos inferiores semanalmente. Para impedir o mofo, use bicarbonato de sódio com a ajuda de uma esponja suave. Vale lembrar que, após o banho, o ideal é deixar a porta corrediça do box fechada para que o vapor não fique preso entre as folhas de vidro.

Utilize fórmulas caseiras para limpar o box





segunda-feira, 8 de maio de 2017

Tapete na parede é sinônimo de decoração autêntica e moderna

Modelo para pendurar cabe em todos os bolsos e deve combinar com o resto da casa

Fonte: ZAP em Casa


Valorizar um ambiente passa por exibir um objeto que dê aquele ‘up’ no visual. Quadros são bons exemplos de peças que incrementam um cômodo. E quem gosta de uma decoração autêntica, tapetes exibidos nas paredes, exatamente como os quadros, são escolhas certeiras.

Nada de torcer o nariz e achar que a ideia remete a um ambiente antigo ou tradicional demais. Está certo que o costume vem de séculos atrás, do oriente, quando a tapeçaria era feita de fibra natural e tinha estampas de caça ou motivos florais. A novidade é que essa moda na decoração voltou com força total. “Qualquer tapete pode ser pendurado na parede, sendo ele clássico, tribal, ou contemporâneo, ao contrário do que acontecia antigamente, quando apenas tapeçarias clássicas, como Aubusson, e tapetes persas eram pendurados”, diz o coordenador de vendas da Hariz Haus Tapetes e Decoração, Melhem Skaf Hariz.

E quem gosta de uma decoração autêntica, tapetes exibidos nas paredes, exatamente como os quadros, são escolhas certeiras (Foto: Reprodução/Pinterest)


Mas há certos segredinhos na hora de escolher o novo protagonista do seu lar. A começar pelo material. Existem de vários tipos, desde os chamados kilim, passando pelos de lã aos de seda pura – e podem custar entre R$ 1 mil e R$ 50 mil. “O importante é que o escolhido não seja pesado ou muito grosso. Ele é aparafusado na parede, como uma moldura, e sustentado por um de seus lados. Vale investir em uma luz dirigida, como se fosse um quadro”, ensina o diretor José Morales, da Morales Furniture & Tapetes.

Os tapetes podem ser feitos de cabeceiras de camas, colocados acima de um sofá na sala de estar, ao lado de uma mesa na sala de jantar, num intervalo de lances de escadas, e por aí vai.

Existem de vários tipos, desde os chamados kilim, passando pelos de lã aos de seda pura (Foto: Reprodução/Pinterest)

A combinação da tapeçaria na parede com o resto do ambiente também deve estar em dia. Hariz explica que não se costuma usar um tapete clássico na parede e um listrado no chão. “Geralmente se misturam dois estilos iguais ou o neutro com o desenhado. Os tapetes lisos geralmente são os mais fáceis de combinar com qualquer estilo de casa”, pontua. A cor da parede onde o eleito será pendurado deve estar à altura. “O certo é usar uma parede neutra para que a peça tenha seu destaque, e não ‘brigue’ com o resto do ambiente”, destaca Morales. Por fim, a manutenção de tapetes que vão na parede é bem simples: basta aspirá-lo como se fosse um tapete comum. “O recomendado é fazer a limpeza uma vez por semana”, completa Hariz.

A combinação da tapeçaria na parede com o resto do ambiente também deve estar em dia (Foto: Reprodução/Pinterest)
A manutenção de tapetes que vão na parede é bem simples (Foto: Reprodução/Pinterest)


quinta-feira, 23 de março de 2017


Veja dicas para manter a varanda organizada

Móveis do ambiente devem ser pensados para abrigar também outros objetos da casa


Fonte: ZAP em Casa


Com os espaços cada vez mais reduzidos, falta lugar para acomodar tanta coisa. E a varanda, aquele espaço com alguns metros a mais livres, vem naturalmente se transformando em várias casas no famoso “quartinho da bagunça”: caixas encostadas, brinquedos amontoados, aquela esteira ergométrica desmontada e por aí vai.

Está nessa situação? A gente ajuda! “Dependendo da utilização da varanda, vale muito fazer um móvel baixo, que sirva de apoio e, ao mesmo tempo, que tenha uns gavetões para guardar almofadas, brinquedos, objetos que ficam espalhados no dia a dia e que precisam ser guardados na hora de receber uma visita”, indica a designer de interiores, Adriana Fontana.



Se a intenção é usar a varanda para guardar alguns objetos, apostes em móveis como nichos que ajudam a manter tudo no lugar (Foto: Luis Gomes de Souza/ Divulgação/ Adriana Fontana)


Outra tendência fortíssima é a chamada varanda gourmet, o espaço que serve para convívio, comer e tudo isso junto. Para estes casos, a designer tem uma dica: “um nicho ou móvel alto acima da cuba da pia, facilita a vida dos moradores e a dos convidados”. Outra ideia citada pela especialista é a de ter um banco que sirva de baú para guardar uma rede, por exemplo, ou objetos maiores.



Já a varanda gourmet deve ser organizada de forma prática para receber os convidados (Foto: Adriana Barbosa/Divulgação/Adriana Fontana)


Dicas rápidas de organização da sua varanda:



Móveis podem ser usados para receber os amigos (Foto: Reprodução/Shutterstock)


– Plantinhas, flores e vasinhos


Se os espaços forem reduzidos, pendure! Podem ser penduradas aleatoriamente na parede, no teto (em esquema de móbile) e até em uma placa de madeira fixada à parede, simulando um jardim vertical.

– Para ter seu espaço gourmet

É fundamental a pia, com um apoio para funcionar como bancada, banquinhos e mesa (que pode ser desmontável para otimizar os espaços depois do evento) e até as redes que servem como lugares extras para acomodar visitas e são guardadas facilmente quando todo mundo vai embora.

– Lugares extras

Como nem todo mundo se sente confortável nas redes, outras alternativas são os bancos, almofadas e futon que deixam a varanda super charmosa e bem mais alegre. Vale a aposta.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Veja dicas para fazer uma decoração gastando pouco

O termo "low cost" vem ganhando cada vez mais adeptos

Fonte: Habitíssimo*

Em tempos de crise, a gente economiza em tudo, né? Mas mesmo assim, aquela vontade de renovar a casa não passa. Não se preocupe: é possível, sim, fazer uma decoração incrível com pouco dinheiro.

Nosso lar é o espaço onde procuramos descansar, e por isso deve ter a nossa cara. Veja, a seguir, algumas dicas que vão te ajudar na hora de dar personalidade ao seu cantinho sem mexer muito no seu bolso.

Aposte na reciclagem
Reciclar é muito mais do que uma ação para o meio ambiente (Foto: Shutterstock)

Reciclar é muito mais do que uma ação para o meio ambiente: é encher sua casa com estilo e dar um toque de originalidade à decoração. Garrafas de plástico ou vidro já não precisam ser jogadas fora: você pode reaproveitá-las como luminárias, por exemplo.

Faça você mesmo
Os pallets podem ter mil e uma utilidades (Foto: Shutterstock)

Além de dar um toque super original para a sua casa, customizar a decoração e apostar no do it yourself é uma opção maravilhosa para economizar. É só soltar a criatividade e você inventa desenhos decorativos com luzes de natal, mesas de pallets, pinturas e adesivos nas paredes e muito mais!

Escolha móveis multifuncionais


Uma cabeceira que também é báu, sofá que vira cama, bancada que se transforma em mesa: além de otimizar o espaço, ajudam você a economizar. E, claro, você sempre pode reunir todas as dicas e fazê-los você mesmo ‒ uma mesa de pallets que vira cômoda, que vira banco, que vira cabeceira, que vira poltrona, por exemplo.

Economize energia
Aquela luminária maravilhosa vai continuar incrível com lâmpadas de led (Foto: Shutterstock)


Quando pensar em low cost, leve em consideração também o preço da manutenção. Escolha itens que, além de amigos do seu bolso, também sejam amigos do meio ambiente. Aquela luminária maravilhosa vai continuar incrível com lâmpadas de led.

Seja criativo
As possibilidades são infinitas, é só deixar a imaginação solta (Foto: Shutterstock)

No fim das contas, o grande segredo para gastar pouco com a decoração é ser criativo. Garrafões de vidro podem virar luminárias; potes de conserva se transformam em organizadores; gavetas em prateleiras; latas de azeite em vaso de plantas; caixote de feira em revisteiro. As possibilidades são infinitas, é só deixar a imaginação solta!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016


Veja soluções eficientes para reformar a casa

Confira cinco dicas práticas para não ter dor de cabeça


Fonte: ZAP em Casa


Com a chegada do fim de ano, é comum que as pessoas comecem a planejar reformas rápidas e até mudanças. Para esquematizar uma reforma eficiente, em um tempo reduzido, é necessário um planejamento claro, com objetivos definidos, principalmente quando não há muito tempo disponível para esperar a obra ser concluída.

Não é possível criar uma estimativa de tempo, pois existem diversas variáveis como tamanho do imóvel, quantidade e níveis de reparos. O ideal para esse tipo de situação é optar por soluções rápidas e que não façam muita sujeira ou gerem muito entulho. “Reparos de gás e hidráulica demandam mais tempo de projeto e execução. Em alguns casos é necessário o nivelamento do contrapiso para instalação dos pisos, seja cerâmico, pedras ou madeira e isso pode levar mais tempo”, alerta Tássia Pereira.

Avalie as condições do imóvel

Antes de qualquer coisa, é necessária uma avaliação geral (Foto: Shutterstock)

Antes de qualquer coisa, é necessária uma avaliação geral das condições dos pisos e revestimentos de paredes, para avaliar se há a necessidade de trocá-los. Caso a intervenção seja apenas estética e não estrutural, é possível que tudo seja concluído em um tempo reduzido.

Cuide do orçamento

É preciso que haja um planejamento detalhado das intervenções necessárias no imóvel, isso evita imprevistos e gastos extras (Foto: Shutterstock)

É preciso que haja um planejamento detalhado das intervenções necessárias no imóvel, isso evita imprevistos e gastos extras. Os orçamentos iniciais podem ser mais simples e, itens decorativos como quadros e espelhos, por exemplo, podem ser comprados após a conclusão da reforma, não atrapalhando o tempo previsto para mudança e nem comprometendo os gastos iniciais com a reforma.

Não adie detalhes importantes

Caso seja necessário que haja intervenções construtivas, como novos pontos elétricos e troca de revestimentos cerâmicos, o ideal é que o profissional contratado comece a reforma por aí

Caso seja necessário que haja intervenções construtivas, como novos pontos elétricos e troca de revestimentos cerâmicos, o ideal é que o profissional contratado comece a reforma por aí. Por conta do acúmulo de entulho e sujeira, não é indicado começar com isso no meio da reforma, ou deixar para outro momento. São intervenções prioritárias, que devem ser feitas antes de qualquer outra coisa.

Escolha acabamentos de instalação rápida

Bons exemplos disso são os pisos laminados e vinílico, ótimos para salas e quartos (Foto: Shutterstock)


O ideal é pensar em acabamentos práticos, de instalação rápida, que não necessitem de muitos ajustes nas superfícies em que serão instalados. Bons exemplos disso são os pisos laminados e vinílico, ótimos para salas e quartos. O uso de piso sobre piso nas áreas molhadas como varanda, cozinha e banheiros, é uma boa solução para evitar a quebradeira de pisos cerâmicos. Para o revestimento das paredes, materiais que não geram sujeira podem facilitar todo o processo. Papeis de parede tem instalação rápida e os mosaicos de madeira ou PVC, podem ser fixados com fita dupla face de alta resistência.

Para uma reforma mais rápida o uso do forro em áreas como o living, ajudam na hora de criar uma iluminação decorativa para valorizar o espaço.

Pense no futuro

Idealizar e dimensionar os mobiliários é um passo importante (Foto: Shutterstock)

Idealizar e dimensionar os mobiliários é um passo importante, mesmo que nem todos sejam adquiridos no término da reforma. É importante organizar o espaço pensando na circulação. Por exemplo, se ainda não existe uma mesa de jantar com 6 lugares, mas o plano é que exista uma, o ideal é deixar o espaço reservado para essa mesa no futuro, evitando o acumulo de itens desnecessários. Aproveitar bem cada espaço faz toda a diferença.









quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Saiba como funciona a permuta de imóveis

Esta é uma forma de contrato onde as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra. Entenda as vantagens e desvantagens e os cuidados

Fonte: ZAP em Casa

Colocar o imóvel à venda sempre é um processo que exige cuidado, paciência e disposição de tempo, assim como é o procedimento para encontrar o imóvel ideal para comprar. Porém, esses não são as únicas opções para ter um novo lugar para morar. Uma possibilidade é utilizar da permuta de imóveis, que é a forma de contrato onde as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra de valores equivalentes. Saiba como funciona e os cuidados que devem ser tomados para que a negociação não traga dor de cabeça no futuro.

Diferente da compra e venda, a permuta de imóveis não exige que o pagamento seja feito em dinheiro, mas, sim, através de bens equivalentes. Em muitos casos, no entanto, existe a possibilidade de pagar a diferença em dinheiro. A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos.

A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos (Foto: Shutterstock)

“Por exemplo, se uma determinada pessoa possui um terreno e outra pessoa tem interesse nesse terreno para construção de um prédio, ao invés de pagar pelo mesmo em dinheiro, poderá pagar em unidades prontas. Existe ainda a possibilidade do pagamento ser feito com bem acompanhado de pagamento em dinheiro. Nesta hipótese, a esse pagamento em dinheiro dá-se o nome de torna”, esclarece a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.

Um dos principais cuidados que devem ser tomados caso a escolha seja pela permuta de imóveis diz respeito ao tipo de contrato. “Deve-se atentar que, no caso de permuta de bens imóveis, o contrato deverá ser feito por escritura pública, deverá constar de forma clara a data da entrega dos bens e a responsabilidade pelos tributos. Enfim, deve-se tomar as mesmas precauções dos demais contratos de imóveis”, afirma a advogada. Já Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), lembra que a burocracia é inerente a toda aquisição de um imóvel. “É preciso fazer a escritura, que custará entre 4% e 6% do valor do imóvel”, completa.

Entre as vantagens, enumera Daniele Akamine, a principal é sobre a tributação. “Quando não existe torna na permuta, o negócio ficará isento da tributação do imposto de renda, uma vez que se entende que os imóveis permutados possuem o mesmo valor monetário”, diz. Porém, ela ressalta que o ponto negativo é que existe a possibilidade de sobrevalorização dos imóveis.
Mercado

Para Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), a permuta entre dois imóveis não é prática tão comum no mercado atualmente. “Existem alguns requisitos aserem cumpridos na escolha de um novo apartamento ou casa, como a localização e também o tamanho. Isso porque pode acontecer de a pessoa ter um imóvel de dois quartos e querer passar para um de três. E estes requisitos precisam bater de ambas as partes e não é algo corriqueiro. Porém, pode não existir uma tendência de mercado, mas é possível que aconteça”, afirma.

Por isso, ele acredita que o mais comum, nestes casos, é que o proprietário tenha um imóvel e venda para adquirir o próximo. “Quando ele quer dar um upgrade, ele vende o imóvel dele e, com o dinheiro, dá entrada no outro. É mais fácil ele fazer isso de vender e comprar outro”, acrescenta Elísio. Mas existe a possibilidade de, na permuta, trocar imóveis de valores diferentes, desde que seja paga a diferença. Em muitos casos, esse tipo de permuta é aceita quando o novo proprietárionão pretende morar no imóvel e usar para locação e ainda ganha um dinheiro. 

Porém, o presidente do Secovi-PE acrescenta que um outro tipo de permuta de imóveis é mais comum no mercado, que é a troca de áreas por imóveis construídos. “Este tipo de mercado é mais corriqueiro. Até porque hoje, para quem tem um terreno e pode esperar pela construção do imóvel, é melhor fazer a permuta do que vender porque, no final, valoriza mais. É uma questão objetiva e matemática”, diz. “A permuta em área para a construtora tem o custo da construção e depois que ele recebe o imóvel vai vender pelo preço de mercado”, complementa Elísio Cruz Júnior.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Saiba os truques de uma cozinha sem armários

Aprenda a deixar o cômodo organizado, moderno e decorado sem a necessidade do uso desses móveis

Fonte: ZAP em Casa


Organização e planejamento são as palavras de ordem para se ter uma cozinha bonita e sem armários. E sim, é possível viver sem eles! Mas ninguém quer entrar no cômodo e sentir que o local está completamente desarrumado e desorganizado.

Segundo a arquiteta e designer de interiores da Tsuru Arquitetura, Ana Carolina Faria, é preciso ter uma ordem na disposição dos objetos para trazer simetria e conforto visual aos moradores e visitantes. Na ausência dos móveis, a vantagem é ter exposto na cozinha apenas o que é fundamental. “Dar destino certo a cada um dos objetos torna tudo mais fácil na hora de achá-los e utilizá-los”, ensina.

É preciso ter uma ordem na disposição dos objetos para trazer simetria e conforto visual aos moradores e visitantes (Foto: Reprodução/Pinterest)

No lugar dos armários entram outras soluções, que irão deixar o cômodo bonito, prático e funcional. As opções são infinitas, segundo Ana. “Podemos utilizar prateleiras, suportes metálicos, nichos, caixas de feiras e estantes modulares. Tudo vai depender da quantidade de utensílios que serão guardados e como o morador deseja expor o que tem ali”, explica.

É assim na cozinha da profissional de relações públicas Isabela Flores. Prateleiras foram destinadas aos pratos, copos e travessas, enquanto os ganchos abrigam panelas, pegadores e conchas. Acima da pia foi instalada uma chapa de ímã horizontalizada, onde as facas maiores ficam “grudadas”. “No começo achei que seria difícil não ter armários, porque meu apartamento é muito pequeno e tenho um enxoval grande. Mas ficou tudo lindo e charmoso depois de uma boa organização. Nem lembro que não tenho armários. Expor as peças virou um tipo de decoração”, diz ela.


As cozinhas sem armários ficam ainda mais charmosas quando as peças aparentes seguem padrões de cores, temas ou estampas (Foto: Reprodução/Pinterest)

Por falar em decoração, as cozinhas sem armários ficam ainda mais charmosas quando as peças aparentes seguem padrões de cores, temas ou estampas – toda a louça vermelha, amarela, listrada, e por aí vai. Em cômodos com nichos para armários embutidos, as clássicas “cortininhas” podem ser protagonistas. Segundo Ana, com o uso da cortina é possível ter mais possibilidades de mudar o estilo do ambiente, seja com um tecido bacana ou com estampas e cores diferentes. Ela atenta para que a escolha dessa cortina seja harmoniosa e “converse” com o resto do estilo da cozinha. “Deve-se usar ainda um tecido que resista à umidade e à gordura, e de que de tempos em tempos deve ser lavado e trocado”, pondera.

Por falar nisso, a limpeza é outro fator essencial quando se opta não ter armários. É que as peças estão mais expostas à poeira e gordura diárias. Na casa da Isabela, por exemplo, as prateleiras onde estão os copos recebem uma nova folha de papel alumínio ou papel toalha a cada semana. As peças que passam mais tempo sem ser usadas são lavadas uma vez por mês.

Podemos utilizar prateleiras, suportes metálicos, nichos, caixas de feiras e estantes modulares (Foto: Reprodução/Pinterest)