quarta-feira, 4 de julho de 2012

Confira 10 dicas para as crianças se divertirem em casa ou no condomínio nestas férias


Fonte: ZAP Imóveis

A maioria das crianças espera as férias de julho ansiosamente para ganhar uma pausa na rotina escolar. Esta época é sempre muito aguardada pelos pequenos, mas nem sempre os pais podem se afastar do trabalho neste período para viajar com eles. Mas existe luz no fim do túnel! É possível criar um ambiente divertido para seus filhos aproveitarem esta temporada com os amigos dentro de casa ou do condomínio.
Prepare uma receita com as crianças (Fotos: Divulgação)

Preparamos 10 dicas que podem fazer muito sucesso com as crianças nestas férias sem viajar:

1. Prepare sua sala para virar um cinema. Espalhe almofadas grandes no chão e deixe o ambiente escuro para criar o mesmo ambiente das grandes redes, mas com muito mais conforto;

2. Convide os amigos dos seus filhos para uma rodada de jogos de tabuleiro. Um campeonato com prêmios simbólicos para ambas as equipes pode tornar a brincadeira mais interessante. Lembre os pequenos que o importante é competir, não ganhar. A atividade pode ser feita no salão de jogos do condomínio ou até mesmo na sala de sua casa;
Brinque de acampamento em sua sala e faça uma cabana com o seu filho

3. Incentive a leitura. Deixe livros sempre disponíveis na estante para tornar o hábito de ler natural para seus filhos. Assim, ao invés de ficarem horas em frente a televisão, eles podem enxergar uma outra opção à mão;

4. Separe um tempo do seu dia para preparar um bolo ou outra guloseima com as crianças. Há marcas no mercado que trazem produtos fáceis de serem feitos por elas, como cupcakes, gelatina, mousse e pudim, por exemplo. A cozinha provavelmente irá ficar bagunçada, mas a alegria da garotada compensa;
Faça uma oficina de arte dentro de casa ou no espaço livre do condomínio

5. Faça uma oficina de arte em casa. Separe papéis de tipos e cores variadas, tesoura sem ponta, cola, lápis de cor, giz de cera, canetinha, tintas e pincéis e deixe que seu filho desenvolva a criatividade. Uma boa ideia pode ser forrar o chão ou mesa com algum tipo de material fácil de lavar para ajudar na hora da limpeza;

6. Dê uma aula a seu filho de como ser sustentável, mas não deixe que a lição se torne maçante. Ensine ele como reciclar e como fazer papel reciclável. Você pode ajudá-lo a criar peças de decoração para sua casa, o que o deixará bastante motivado e orgulhoso;

7. Se morar em condomínio, organize uma caça ao tesouro com seus filhos e amigos. As tardes serão muito mais animadas quando eles precisarem solucionar algumas charadas. A gincana também poderá ser feita dentro de casa, basta buscar lugares estratégicos para esconder objetos;

8. Organize uma tarde de karaokê com as crianças. Você pode chamar os vizinhos que têm filhos também. Desta maneira vocês podem interagir e é possível que ninguém vá reclamar do barulho. Há algumas empresas que alugam o aparelho;
Piqueniques fazem sucesso com crianças

9. Faça um piquenique com seus filhos no quintal ou área de lazer do prédio. Utilize garrafas térmicas para colocar bebidas para aquecer o corpo no frio, como chocolate quente. Tortas, bolos, frutas, biscoitos, pão de queijo e pipocas dispostas em uma toalha xadrez podem fazer com que as crianças se sintam especiais;

10. Transforme sua sala em um acampamento. Pegue um lençol e coloque por cima de cadeiras, para simular uma barraca. Em geral, esta é uma brincadeira que faz muito sucesso com as crianças.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Locação de escritório sobe 16,3% no primeiro trimestre em São Paulo


Fonte: Jornal da Tarde


Salas comerciais (Foto: Divulgação)


O preço médio de locação de escritórios de alto padrão na cidade de São Paulo subiu 16,3% no primeiro trimestre de 2012 ante igual período do ano passado e avançou 2,5% ante o último trimestre de 2011. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela consultoria imobiliária Colliers International.

No fim de março, o preço médio para locação de um imóvel corporativo chegou a R$ 121,5 o metro quadrado na capital paulista. Os valores mais altos foram verificados na região da Faria Lima e do Itaim Bibi, na zonal sul, onde o metro quadrado saía por R$ 185 e R$ 163, respectivamente. O menor preço do metro quadrado foi encontrado na Barra Funda, na zona oeste, por R$ 65.

A taxa de vacância (porcentual de imóveis vagas dentre o total disponível para locação) em São Paulo chegou a 2,9% no fim de março. Esse valor representa uma alta de 1,7% ante o verificado um ano antes.

A pesquisa também mostra que o mercado imobiliário de escritórios de alto padrão continua demonstrando sinais de aquecimento. Até o fim de 2012, está prevista a conclusão de 388 mil metros quadrados de novos empreendimentos na cidade, o que representa um crescimento de 26,7% ante o estoque total de imóveis do setor em 2011.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Nomes estrangeiros de condomínios podem ter pronúncia difícil e atrapalhar a venda

Fonte: Jornal Extra

Se, por um lado, o uso de estrangeirismos para nomear lançamentos imobiliários dá um ar de requinte e de sofisticação, por outro, pode causar confusão na pronúncia e até gerar prejuízo para as construtoras.

O Píer Residências é um exemplo de empreendimento sem estrangeirismos lançado pela Rossi (Fotos: Divulgação)

Para evitar problemas, desde o ano passado, a Rossi vai no caminho contrário, conforme explica a gerente de marketing institucional da construtora, Vivian Cukier: “Se o nome for complicado, não ajuda na venda. Tivemos um empreendimento chamado Predilecto, que ninguém achava nos sites de busca, por causa do “c”", diz.

Segundo Marcelo Fróes, da Percepttiva, o nome não é um fator fundamental para a compra, mas influencia. Arquiteto e historiador, Nireu Cavalcanti acredita que ninguém quer morar num condomínio desconhecido.

Segundo Marcelo Fróes, na Percepttiva, a escolha dos nomes dos lançamentos considera os perfis dos clientes. Condomínios mais populares costumam ter nomes em português ou com termos estrangeiros simples, como top (topo). Já na Barra e entorno, região que atrai uma classe média emergente, geralmente vinda da Zona Norte, a maioria dos nomes escolhidos é em inglês.

Na Zona Sul, onde vive a classe alta, a agência de marketing dá preferência a termos europeus. Na onda da sustentabilidade, algumas construtoras apostam no conceito green (verde) para dar nome aos seus empreendimentos — como o Grupo CPS, a Santa Cecília e o Grupo Avanços Aliados.


A escolha da construtora em nomear parque como "park" pode gerar dificuldade na hora da procura do empreendimento na internet


Na MRV, a escolha dos nomes procura facilitar a identificação do que é lançado em cada cidade. Em São José dos Campos, os nomes começam sempre com a palavra campo. Em São Paulo, todos os prédios têm nomes de santos.

No Rio de Janeiro, a maior parte dos empreendimentos da MRV começa com a letra R. A empresa dá prioridade a termos com origem em outras línguas, a nomes de pintores e a referências históricas.

Nem sempre os nomes gringos soam bem quando são traduzidos. É o que acontece com o Butique Conceito Residências, da Polo Capital, em Botafogo. Não é muito mais chique morar no Concept Living Boutique?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Bancos têm linhas para reforma e construção


Fonte: O Estado de S. Paulo

Crédito para construção da casa própria (Fotos: Divulgação)

Depois de abrir o leque de opções de financiamentos para a compra de um imóvel, as instituições financeiras também começaram a intensificar as opções de crédito para reformar e construir uma casa. Há linhas de crédito que possibilitam um empréstimo de até R$ 500 mil para tocar a obra. As taxas vão de 1,53% a 2,39% ao mês.

Se a linha escolhida contar com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), as taxas podem chegar a 5% ao ano.

Após passar por um período de teste de um ano, o Banco do Brasil começou a oferecer, em abril, uma linha de crédito para a compra de material para a construção. Trata-se do BB crediário material de construção, um cartão que, além das opções débito e crédito, traz a opção crediário com um limite pré-aprovado. 

Crédito para reforma da casa (Fotos: Divulgação)

O cartão pode ser usado em todos os estabelecimentos do ramo da construção e móveis que possuem terminais Cielo. O consumidor não precisa usar o limite pré-aprovado em uma única compra. “A linha possibilita que o consumidor tenha maior poder de barganha para negociar o preço do material já que, com o crédito, pode pagar toda a compra à vista”, comenta o diretor da área de empréstimos e financiamentos do banco, Marcelo Augusto Dutra Labuto.

O crediário pode ser pago em até 60 meses e as taxas variam de 1,60% a 1,98% ao mês. “São taxas mais atrativas do que as praticadas por financeiras que normalmente têm convênio com grandes redes de material de construção”, afirma o diretor.

Segundo ele, em um ano, a linha passou do limite diário de R$ 300 a R$ 400 mil para de R$ 3 milhões a R$ 3,8 milhões. “O consumidor está percebendo que há mais opções de crédito e está começando a contratar”, diz.

Quem também oferece algumas linhas de crédito para a construção e reforma da casa é a Caixa Econômica Federal. Além das cartas de crédito oferecidas com recursos do FGTS, a instituição também oferece o cartão de crédito Construcard.

De acordo com o gerente regional do banco, Nedio Henrique Rosselli Filho, só em 2011 foram mais de 363 mil contratos assinados. Até abril deste ano foram 80 mil. As taxas vão de 1,96% para clientes do banco a 2,35% para não clientes. O limite é analisado caso a caso. “É um cartão de crédito com limite pré-aprovado. A maior vantagem é que o consumidor não precisa usar o limite em uma só vez. É possível comprar em mais de uma loja no prazo de dois a seis meses.”

Material de construção

O cartão pode ser usado em estabelecimentos conveniados com o banco. Segundo Rosselli Filho, a maioria das redes já aceita esta forma de pagamento.

Os bancos Itaú e Santander também oferecem linhas de crédito para esta finalidade. No primeiro, é possível financiar material em até R$ 300 mil e pagar em 60 meses com taxas a partir de 2,39% ao mês. No segundo, o limite de financiamento é de até R$ 500 mil, o prazo é de 15 anos e a taxa é de 1,53% ao mês.




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Manual do novo proprietário: transferir imposto e serviços para o nome do comprador do imóvel evita problemas


Fonte: Jornal Extra


Depois de uma temporada de feirões por todo o Brasil — em maio, foram pelo menos quatro no Estado do Rio —, chegou a hora de os novos proprietários de imóveis usados acertarem os últimos detalhes antes da mudança. E um dos procedimentos essenciais para evitar dores de cabeça futuras é transferir a titularidade do IPTU, das taxas de incêndio e de condomínio, e de serviços básicos, como luz, água, gás e esgoto.

Para evitar dores de cabeça, transfira a titularidade do IPTU, das taxas de incêndio, condomínio e de serviços básicos (Fotos: Divulgação)


“A transferência para o nome do comprador deve ser feita assim que ele estiver com a escritura de compra e venda do imóvel devidamente registrada. Esse registro é fundamental para evitar que o imóvel venha a responder por dívidas do antigo proprietário”, orienta o advogado especialista em Direito Imobiliário Hamilton Quirino.
 
Para mudar a titularidade do imposto e dos serviços, não é preciso pagar nenhuma taxa extra. De acordo com o especialista, a única despesa que o novo proprietário tem para regularizar um imóvel usado após sua compra é com o registro da escritura no Registro Geral de Imóveis (RGI).


Não é preciso pagar nenhuma taxa extra para mudar a titularidade do imposto e dos serviços


Enquanto o procedimento não for concluído, Quirino recomenda que o novo proprietário continue pagando as taxas normalmente, para evitar cortes de fornecimento ou sujar o nome do antigo proprietário no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Se o imóvel em questão for uma casa ou um apartamento em condomínio, comunique ao síndico ou à administradora que você adquiriu uma nova unidade no local e procure preencher a ficha cadastral do condomínio, se existir. “Também é muito importante obter com o antigo dono todas as plantas do imóvel adquirido, fundamentais para futuras obras ou para corrigir algum problema hidráulico ou elétrico que venha a acontecer na unidade”, aconselha o advogado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Prazo do financiamento da Caixa passa de 30 para 35 anos  

Fonte: ZAP Imóveis com agências    

Sonho da casa própria (Foto: Divulgação)


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira a ampliação do prazo limite de pagamento do empréstimo habitacional, que passará de 30 anos para 35 anos. Além disso, o vice-presidente de Governo e Habitação do banco, José Urbano Duarte, divulgou que para os imoveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caem 9% para 8,85% ao ano, para todos os clientes. O percentual pode chegar ainda a 7,8% ao ano, dependendo do rau de relacionamento do cliente com a Caixa. A medida vale para novos financiamentos a partir de segunda-feira, dia 11.

Para imóveis fora do SFH, com valor acima de R$ 500 mil, o percentual cai de 10% ao ano para 9,9% ao ano para todos os clientes, podendo chegar a 8,9% ao ano no caso de relacionamento com a caixa.

O banco também anunciou que está reduzindo as taxas de juros para financiamento à produção de unidades residenciais com recursos da poupança e ampliou o prazo de financiamento de 24 para 36 meses. A taxa efetiva praticada no programa Plano Empresa da Construção Civil é de 11,5% e está sendo reduzida para 10,3%. Para os clientes com relacionamento com o banco, a taxa poderá chegar a 9%. O programa é destinado a construtoras e incorporadoras.

Para imóveis comerciais, os juros efetivos serão reduzidos de de 14% para 13%. Essa taxa poderá chegar a até 11% para os clientes que têm relacionamento com o banco. Nos casos de financiamento para construção ou aquisição de imóvel próprio, a taxa cairá dos atuais 13,5% para 12,5%, válida para todos os clientes, e pode chegar a até 11,5% se o cliente tiver relacionamento com a Caixa. (Com agências)

Variação do Índice FipeZap desacelera e chega a 0,9%  


Fonte: ZAP Imóveis    

O Índice FipeZap registrou em maio deste ano a menor variação desde setembro de 2010, quando a série teve início, e a tendência é de que a desaceleração deva permanecer. Em Salvador, os preços caíram pelo segundo mês consecutivo (-1,3%). Já em Belo Horizonte e no Distrito Federal, a alta foi de 0,43 e 0,46%.

Variação foi a menor desde o início da série, em setembro de 2010 (Fotos: Divulgação)



São Paulo e Rio de Janeiro obtiveram alta de 1,2% e 1,1%, respectivamente. A capital paulista apresentou a menor variação para mês em toda a série. A alta acumulada de janeiro a maio foi reduzida este ano para 6,3%, enquanto o metro quadrado anunciado em 2011 havia subido 12% nos cinco primeiros meses.


          Preço médio do metro quadrado nas sete regiões analisadas pelo FipeZap

O m² mais caro no Rio de Janeiro fica no Leblon, valendo cerca de R$ 17.730, mas a média na cidade é de R$ 7.991. Os imóveis nos bairros Ibirapuera e a Vila Nova Conceição são os mais valiosos na capital paulista, custando em média R$ 10.489 o m², onde o preço médio na capital é de R$ 6.448. O Distrito Federal detém o valor de m² mais caro do país: R$ 8.254. A média de m² nas sete regiões analisadas pelo FipeZap é de R$ 6.594.