segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Retrofit vira opção para valorizar imóvel

Segundo especialistas do setor, método de modernização de prédios antigos pode valorizá-los em até 50% em relação ao preço atual
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
No momento em que os terrenos estão cada vez mais escassos para a construção de imóveis mais modernos, o retrofit tem se tornado a grande opção para se conseguir uma rentabilização maior com os edifícios que já foram levantados há muito tempo.
 
Este trabalho consiste desde a reforma da fachada do imóvel até melhorias nas instalações elétricas, hidráulicas, e áreas comuns dos edifícios, como elevadores, sistemas de iluminação, mobiliários, entre outros.
 
A iniciativa busca, além da modernização do condomínio, tornar o imóvel mais competitivo no mercado em relação aos novos empreendimentos imobiliários.
 
Segundo especialistas do setor, este método conhecido popularmente como “cirurgia plástica” dos prédios antigos pode valorizá-los em até 50% em relação ao preço atual.

Retrofit no edifício Galeria, da norte-americana Tishman Speyer, teve um investimento de R$ 200 milhões (Fotos: Divulgação)


“Em São Paulo, por exemplo, já não se tem muitas áreas para construir edifícios como antigamente, além de fatores como o Plano Diretor, que começam a limitar os novos empreendimentos. Por isso, vemos regiões nobres com condomínios de 30 ou 40 anos de construção. Então, com esta adequação, o local fica mais próximo do desejo do consumidor atual.
 
O retrofit pode começar a ser utilizado em imóveis com idade a partir dos 30 anos e que “o condomínio tenha uma boa saúde financeira”.

sábado, 10 de novembro de 2012

Região Sudeste é a mais cara para construir
 
No geral, em outubro, o índice apresentou variação de 0,34%
Fonte: ZAP Imóveis
 
 
(Foto: Divulgação)
 
 
Em outubro, os moradores da região Sudeste foram os que mais tiveram gastos na hora de construir um imóvel. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (7), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 882,32, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 850,06 no mês passado.
 
Em seguida estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 869,20; Sul, onde os custos atingiram R$ 864,22; Centro-Oeste, custando em média R$ 862,68. Já os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 796,18.
 
Em relação aos avanços no aumento dos custos em outubro, em comparação com setembro, a região Norte foi a que teve maior aumento dos custos: de 1,91%. O Sudeste teve alta de 0,19%. No Nordeste foi de 0,18%. Na região Centro-Oeste, de 0,18% e por fim, o Sul, de 0,05%.
 
Por estado – Ao analisar os dados por estado, o Pará registrou a maior variação mensal, de 4,16%, seguido pelo Espírito Santo, com 2,51%.
 
Na outra ponta, as menores elevações ficaram com o Rio Grande do Norte e o Paraná, ambos com queda de -0,13%.
 
O Rio de Janeiro foi a localidade mais cara: R$ 959,84 o metro quadrado. O menor custo foi apontado no Estado do Rio Grande do Norte: R$ 736,84.
 
Índice - O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço da mão-de-obra, que subiu 0,42%, se comparado com setembro, e de materiais de construção, 0,27% mais caro, na mesma base de comparação.
 
No geral, em outubro, o índice apresentou variação de 0,34%.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Novo perfil de consumidor exige adaptações do mercado imobiliário
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
Além do crescimento do poder aquisitivo das classes sociais mais baixas, surge um novo segmento no Brasil que tem exigido uma mudança no comportamento de construtoras e imobiliárias: o jovem que busca morar sozinho.
 
 
Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), em 2011, eram 7,8 milhões de brasileiros morando sozinho, cerca de 800 mil a mais do que o registrado em 2009. A maior proporção de domicílios com apenas um morador ficava na região CENTRO Oeste, com 13,8%.
 
“Os solteiros e os sem-filhos já representam 27% das vendas dos imóveis novos. É preciso entender esta segmentação”, apontou o prof. Eduardo Terra, diretor geral da UBS Escola de Negócios e vice-presidente do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo).
 
Em palestra realizada durante a Convenção Secovi, o especialista no assunto afirmou que o consumidor atual está mais “instrumentado, interconectado e inteligente” e que houve uma quebra no modelo tradicional de compra pelo imóvel. Com o advento da internet e, agora por meio da “febre” das redes sociais, o interesse deste público na aquisição de um bem tem surgido no modo online, e não mais no off-line como antigamente, explica Terra. “Entender este consumidor está cada vez mais complexo.
 
Fenômenos como a Apple, o Facebook, o Twitter, o Google, revolucionaram esta relação. Por isso, precisamos de novas estratégias para o mercado imobiliário, que ainda está um pouco atrasado no marketing, por exemplo. A ativação de marcas precisa começar pela web”, orienta o professor. Eduardo Terra acrescenta ainda que para entender este novo perfil do consumidor brasileiro é preciso que o mercado invista mais em pesquisas e que defina a segmentação do público-alvo do imóvel antes mesmo do lançamento da obra.
 
“A própria Classe C está navegando na internet muito mais do que há cinco ou seis anos. Todo mundo está preocupado com a geração Y”, avisa. “Mas é preciso entender que também há preocupações com esta nova classe que está surgindo, como a inadimplência, principalmente”, finaliza.
 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Decoração pode acelerar a venda de imóveis novos e usados
 
 Fonte: ZAP Imóveis
 
 
Ambientes decorado deixa imóvel usado mais atrativo para venda (Foto: Banco de Dados)
 
Diz o ditado que a primeira impressão sobre um determinado objeto ou pessoa é a que fica. Na decisão pela compra de um imóvel, este olhar inicial pode sim definir o negócio. Com base nesta premissa, o setor imobiliário tem dedicado uma atenção especial à decoração de imóveis. Não se trata de disfarçar imperfeições na planta ou ludibriar o comprador escondendo um problema estrutural. Investir no design do ambiente significa mostrar ao futuro dono como viver naquele lugar.
 
Na Tecnisa, a área de projetos de interiores possui uma equipe de 40 profissionais dedicados a criar suítes ou cozinhas dos sonhos. Entre os arquitetos que assinam os imóveis da empresa, destacam-se nomes famosos, como Patricia Anastassiadis, Débora Aguiar e Terezinha Nigri. “O objetivo da decoração é trazer o máximo de fidelidade ao que será entregue”, explica a diretora de projetos da construtora, Patricia Valadares. A empresa, por exemplo, não trabalha com móveis que estejam fora do padrão comercial. “Todos os detalhes devem ser pensados para garantir que o cliente possa copiar, na íntegra, o modelo apresentado no estande de vendas.”
 
No caso de imóveis usados, o cuidado com a decoração atende pelo nome de home staging. O termo em inglês significa “cenografia da casa” e consiste em decorar imóveis usados que estão à venda a fim de torná-los mais atraentes aos olhos de possíveis compradores. Comum nos Estados Unidos, os profissionais home stagers têm encontrado por aqui um terreno fértil para trabalhar no aquecido mercado imobiliário brasileiro.
 
A arquiteta Lise Longo é uma dessas especialistas. Segunda ela, é um erro interpretar o home staging como uma “maquiagem” do imóvel. “O que se busca é proporcionar uma identificação entre o imóvel e o interessado em comprá-lo. E, para garantir isso, é importante tornar o ambiente o mais impessoal possível, capaz de se adequar aos diversos gostos existentes”, diz. Esta despersonalização pode ocorrer ao retirar do imóvel os excessos de objetos pessoais – como fotos, lembranças de viagem e mobiliário de estilo muito marcado – ou ao neutralizar as paredes com cores suaves, por exemplo.
 
“Quanto mais clean o ambiente ficar, melhor.” Ao contrário do que se imagina, o home staging pode até beneficiar um imóvel novo, como aconteceu com uma casa que não conseguia ser vendida por não ter uma planta atrativa. A arquiteta, então, realizou um home staging virtual simulando o mobiliário e a decoração numa maquete eletrônica animada. “O vídeo foi divulgado nos sites das imobiliárias e logo surgiram diversos interessados.”
 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Confira dicas para não ter problema na hora de financiar seu imóvel
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
Correspondentes da Caixa avaliam gratuitamente se o comprador atende às exigências da Instituição (Fotos: Divulgação)
 
Concretizar o famoso sonho da casa própria é a vontade de muitos brasileiros. Com o aquecimento da economia do País, aliado à queda de juros e facilidades para comprar imóveis a prazo, este desejo tem sido realizado por muitos. De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), 234 mil unidades foram financiadas no primeiro trimestre de 2012, através da Poupança e FGTS , enquanto o mesmo período de 2011 negociou 3 mil menos. O financiamento colabora – e muito – para que diversas famílias adquiram um lugar para chamar de seu. Laise Polonio, diretora da Lumina Documentação e Soluções Imobiliárias, empresa que é correspondente da Caixa Econômica Federal, dá dicas de cuidados que precisam ser tomados ao financiar uma casa ou apartamento. Confira:
 
- Procure as instituições financeiras que você pretende fazer o financiamento para solicitar uma simulação do valor e demais condições, como taxas de juros e custos da tomada de crédito (esta simulação pode também ser feita através do Canal de Financiamento ZAP Imóveis);
 
- A Caixa Econômica Federal (CEF) disponibiliza atendimento por meio de seus correspondentes, como a Lumina, que avalia gratuitamente se o comprador atende às exigências da Instituição para obter um financiamento, faz a análise do crédito do comprador, simula o valor a ser financiado e determina qual a prestação mensal que a renda do comprador pode suportar, além de esclarecer os detalhes da operação, como taxas e impostos a serem pagos, como o ITBI e as custas do contrato de financiamento em nome do comprador, por exemplo;

Não esqueça de reservar o valor para pagamento das tarifas bancárias
 
- Solicite planilha com a simulação do valor das parcelas até o final do financiamento e dê especial atenção para o custo efetivo total do financiamento (CET), pois há bancos que cobram taxas menores de juros, mas, no entanto, cobram taxas de administração mais altas. Nem sempre a melhor taxa de juros significará um financiamento menos custoso;
 
- Fique atento à tabela que define o valor da prestação. No Brasil, entre as duas modalidades utilizadas, a SAC (Sistema de Amortização Constante) é mais usada do que a Price (Sistema Francês de Amortização);
 
- É muito importante se certificar com antecedência se você cumpre os requisitos para uso do valor depositado em sua conta do FGTS. Há diversas regras que devem ser esclarecidas antes do financiamento;
 
- Uma vez definida a instituição financeira a qual será tomado o crédito, no momento da assinatura do contrato o comprador deve reservar o valor para pagamento das tarifas bancárias. Informe-se com antecedência sobre as taxas cobradas pelo banco;
 
- Reserve o dinheiro para as despesas de registro do contrato de financiamento e Imposto sobre transmissão de bens imóveis (ITBI), que também poderão ser estimadas pelo correspondente da Caixa.
PARABÉNS SPAZIO C IMÓVEIS!!!
 
Momento mais do que especial ao lado de AMIGOS E CLIENTES!!!!
Obrigado a todos por essa conquista e que Deus continue nos abençoando!!
Rumo ao novo endereço, aguardem!!!


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Aluguel em SP sofre reajuste de 12%, quase o dobro da inflação
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
 
Devido a ofertas cada vez mais escassas, alugar um imóvel em São Paulo tem sido mais caro para o bolso dos consumidores neste ano.
 
Segundo o Secovi, o sindicato da habitação, os contratos de locação residencial fechados em agosto registraram um reajuste de 0,9%, em média, sobre os aluguéis assinados em julho.
 
Já no acumulado dos últimos 12 meses, o aumento representou uma alta nos preços de 12,4%, quase o dobro dos 7,72% de inflação registrados no mesmo intervalo pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que é usado no cálculo do reajuste dos contratos de locação.
 
De acordo com o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi, Walter Cardoso, o valor do aluguel continua superando a inflação porque a demanda por imóveis para alugar permanece muito alta.
 
Os contratos de locação residencial fechados em agosto registraram um reajuste de 0,9% sobre julho (Fotos: Divulgação)
 
 
“Com a melhora do poder aquisitivo, as pessoas buscam imóveis melhores e, muitas vezes, mais próximos do trabalho. Ocorre que a oferta de unidades para alugar não tem acompanhado essa tendência, puxando o valor dos contratos de aluguel para cima”, apontou.
 
As residências que sofreram maiores aumentos no aluguel em agosto foram as que possuem dois quartos, com alta de 1,2%. Os valores dos imóveis de um e de três dormitórios subiram um pouco menos: 0,7%.
 
As casas e os sobrados foram os bens alugados mais rapidamente. Ainda de acordo com a pesquisa, os contratos com este perfil de imóvel foram assinados em um período médio de 13 a 32 dias.
 
Já os apartamentos levaram um pouco mais de tempo, com um período entre 19 a 39 dias.