segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Confira as dez dicas para quem pretende morar sozinho

Arquiteta aponta quais são os primeiros pontos a pensar para quem busca pela independência


Fonte: ZAP Imóveis


Morar sozinho é bom porque a decoração fica com a cara do dono (Fotos: Thinckstock)


Tomar a decisão de morar sozinho é apenas o primeiro passo de uma longa lista de trabalho e preocupações. Não basta apenas comprar ou alugar a casa e mudar-se, é preciso ter paciência e tempo para planejar-se e montar tudo de acordo com o seu estilo de vida e gostos. Principalmente para os iniciantes que irão preparar sua primeira moradia, a arquiteta Adriana Victorelli aponta quais são os primeiros pontos a pensar:
A vantagem de morar sozinho é poder apostar em uma decoração totalmente do gosto do morador. É possível personalizar de inúmeras maneiras e em diversos espaços diferentes. Um surfista, por exemplo, pode escolher uma parede para colocar uma prancha. Os fãs de cinema podem emoldurar pôsteres de seus filmes favoritos e colocar nas paredes do quarto e do escritório. Dá também para escolher uma parede do quarto para cobrir com fotos à sua escolha.
No entanto, é importante tomar cuidado para não exagerar na personalização. “É importante equilibrar e tomar cuidado pra não colocar itens demais e carregar o ambiente, porque o morador pode enjoar após um tempo”, explica Adriana.
No caso de apartamentos pequenos, a dica é utilizar tons claros nas paredes e no piso, que dão a ilusão de que o espaço é maior. Espelhos também dão a sensação de amplitude e, ainda por cima, combinam com tudo. Portas de correr nos armários do quarto economizam muito espaço e são práticas.
Cozinhas americanas deixam o espaço mais livre e são ideais para quem gosta de receber visitas, pois o espaço aberto possibilita a aproximação. Se possível, contrate um arquiteto para estudar a estrutura e quebrar as paredes. Abuse dos armários embutidos que vão até o teto.
O banheiro deve ter o menor número de objetos soltos possível. Em cima da pia, coloque aquilo que é usado todos os dias e poucos objetos decorativos fáceis de limpar. A tendência atual para pisos e azulejos são as cores claras e a textura lisa, pois facilitam a limpeza.
É preciso ter cautela aos escolher os eletrodomésticos

Eletrodomésticos modernos são geralmente os mais desejados por jovens, mas é preciso tomar cuidado para a casa não ficar “fria”. Móveis com tonalidades queimadas podem dar o ar de aconchego necessário para equilibrar o ambiente.
Um rack ocupa bem menos espaço do que uma estante, para uma sala de estar pequena é o móvel ideal. Se a intenção é reunir os amigos em casa com frequência, escolha um sofá que acomode várias pessoas, ao invés de pufes, que ocupam mais espaço e só acomodam uma pessoa.
Tinta acrílica semi-brilho é mais prática, pois basta um pano úmido para fazer a limpeza. No teto, Adriana recomenda látex branco neve. Para um ar mais moderno, escolha uma parede para pintar de uma cor ou tom diferente das demais. Além disso, sabia escolher um piso que não manche com facilidade e não quebre, como o porcelanato.
Por fim, coloque tomadas e saídas de fios de telefone e TV em vários lugares, assim não terá problemas se quiser mudar a disposição dos móveis no futuro.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saiba quais reformas precisam de autorização da prefeitura


Antes de ampliar o seu imóvel é necessário pedir autorização aos órgãos responsáveis. Veja o que deve ser feito para não ter a obra embargada


 Fonte: ZAP Imóveis

Você comprou uma casa mas, acredite, ela não é apenas de sua responsabilidade. Antes de fazer uma grande reforma ou cortar uma árvore é preciso pedir autorização para a Prefeitura. O ZAP Imóveis consultou a advogada Katia Peperaio para explicar o que deve ser feito antes de mudar o visual do seu imóvel e assim evitar multas. É importante lembrar: as leis mudam para cada cidade. As regras abaixo valem para São Paulo.
Procure saber o que deve ser feito antes de mudar o visual da sua residência (Fotos: Thinkstock)

Preciso pedir autorização para trocar o piso da calçada em frente a minha casa?
Katia Peperaio:
Não, mas deverão ser observadas as exigências da Prefeitura. Por lei, o proprietário da casa é o responsável pela manutenção e reforma da calçada à frente de seu imóvel, e para reformá-la deverá observar normas de segurança e utilizar os seguintes materiais autorizados pelo municipalidade: bloco de concreto intertravado; ladrilho hidráulico; placa pré-moldada de concreto; concreto pré-moldado ou moldado “in loco”. Os pisos de pedra e mosaico português só podem ser mantidos em áreas de preservação histórica, não são mais permitidos em áreas comuns.


O morador pode rebaixar a guia da calçada quando quiser?
Katia: Para rebaixar a guia é preciso que seja feito o pedido também na Prefeitura, que emitirá uma guia de vistoria. Na sequência, um engenheiro irá vistoriar o local para averiguar se é viável ou não o rebaixamento da guia e, caso aprove o pedido, será emitida uma guia de execução, e o rebaixamento será realizado pela própria Prefeitura que, para tanto, cobrará do responsável o valor das despesas, a serem calculadas por m² de calçada.


No caso da calçada avariada ou irregular, a Prefeitura poderá notificar o proprietário?
Katia:
Sim. A prefeitura pode intimar o dono a arrumá-la em 30 dias. Se ultrapassar o prazo determinado, a Prefeitura passará a cobrar uma multa mensal, cujo valor varia de acordo com a ocorrência e o tamanho da calçada.


Ao alterar o tamanho da casa e até de fazer uma reforma geral, quais são os passos que o proprietário tem que tomar para não infringir a lei?
Katia: Toda vez que o proprietário desejar realizar qualquer acréscimo ou supressão de área do imóvel em relação à planta original, deverá solicitar um Alvará de Aprovação de Reforma junto à Prefeitura, mediante a apresentação de um projeto que observe as regras relativas ao respectivo zoneamento, feito por um arquiteto que será o responsável pela obra. Só após a concessão do Alvará é que a obra poderá ser realizada.
É preciso também cuidar do canteiro de obras. Não é permitido obstruir a passagem de pedestres nas calçadas. Deverá ser contratada uma empresa de caçambas cadastrada na Prefeitura.


Para retirar uma árvore da área interna da casa, o proprietário precisa pedir autorização?
Katia: Sim. Para a remoção de árvore plantada na área interna do imóvel deverá ser feita uma solicitação na respectiva subprefeitura, sendo que o engenheiro da Prefeitura irá ao local averiguar e emitir um laudo, caso seja aprovada a remoção da árvore, a Prefeitura emitirá um ofício que autoriza o proprietário a removê-la.
        É preciso ficar atento as regras para não causar problemas aos vizinhos

E se ela estiver na parte externa?
Katia: Caso a árvore esteja na parte externa do imóvel, a remoção e poda da árvore será de responsabilidade da Prefeitura, e o pedido poderá ser feito através do site
www.prefeitura.sp.gov.br. Nos casos de manutenção e segurança não é cobrada taxa, mas se a remoção for necessária, em razão, por exemplo, de alteração de passagem solicitada pelo proprietário, será cobrada taxa.

O que pode acontecer com o proprietário que não cumprir a lei?
Katia:
Quando o proprietário descumprir as exigências legais, será penalizado. Em quase todas as hipóteses ele poderá sofrer multa, poderá também sofrer o embargo de obra irregular que esteja em andamento, ser obrigado a regularizar a obra que não esteja sendo realizada de acordo com as exigências legais, pagar pelo reparo que a Prefeitura teve que fazer em seu lugar, bem como ter problemas para conseguir um alvará de funcionamento de seu estabelecimento, se for comercial, ou ver negado o financiamento para a venda do imóvel cuja planta original foi alterada sem aprovação da Prefeitura, dentre outros casos.


Posso reclamar se a obra do vizinho estiver me atrapalhando?
Katia: Caso o responsável pela obra não cumpra as exigências legais, pode-se fazer uma denúncia na Prefeitura, sendo que o fiscal do órgão irá averiguar a obra. Se constatar irregularidades, lavrará um Auto de Embargo e Infração e aplicará a multa pecuniária correspondente. Caso necessário poderá também solicitar auxílio policial para cumprir a medida. O embargo só será suspenso após a eliminação das infrações que o motivaram e o pagamento da multa imposta. O vizinho também poderá acionar o responsável pela obra na Justiça, para obrigá-lo a cumprir as exigências legais, e também pleitear eventual prejuízo material ou moral que tenha sofrido ou evitar iminente prejuízo que possa vir a sofrer.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Condomínios devem redobrar cuidados com crianças e segurança nas férias
 
Estimativa aponta que 500 mil apartamentos da capital paulista devem ficar vazios entre dezembro e janeiro
 
Fonte: ZAP Imó veis
 
Os 22 mil condomínios residenciais de SP evem estar preparados para as férias (Fotos: Thinckstock)
 
O período de férias se aproxima, trazendo um desafio a mais para os 22 mil condomínios residenciais da cidade de São Paulo: redobrar os cuidados com a segurança e também com as crianças. Estima-se que aproximadamente 500 mil apartamentos deverão ficar vazios entre a segunda quinzena de dezembro e o final de janeiro.
 
Para os síndicos, a recomendação essencial é inspecionar o sistema de segurança, verificando o funcionamento do circuito de alarmes e TV interna do condomínio. Em edifícios com grandes áreas externas, os funcionários devem ser orientados fazerem rondas periódicas, especialmente no período noturno. Caso os condomínios tenham contratos com empresas de segurança patrimonial, é fundamental solicitar a intensificação das rondas na porta do edifício.
 
Uma prática tão comum quanto inadequada é o morador deixar a chave do apartamento na portaria. Caso haja a necessidade de regar plantas ou tratar de animais de estimação, os moradores devem entregar as chaves a um vizinho, parente ou amigo. Para isso, deve-se deixar uma autorização por escrito, com anuência do síndico, para que a pessoa possa entrar no prédio.
 
Os funcionários devem estar sempre atentos ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao zelador, à empresa responsável pela segurança ou mesmo à polícia. E antes de abrir o portão da garagem, o porteiro deve procurar identificar quem está dentro do veículo.
 
Crianças – Em relação às crianças que não viajarem também é necessária especial atenção dos condomínios durante as férias. A preocupação maior deve ser em relação a elevadores, garagem, escadaria, piscina, playground e áreas de acesso restrito como caixas d’água e casa das máquinas.
 
Nas áreas comuns, algumas medidas são fundamentais. Não é recomendável que crianças menores de dez anos andem sozinhas no elevador. O condomínio também deve proibir que as crianças brinquem nas escadas e na garagem. É importante manter a escadaria e as garagens com boa iluminação e não deixar entulhos ou outros materiais nesses espaços.
 
Em relação ao playground ou brinquedotecas, a principal orientação é para que os brinquedos sejam regularmente vistoriados, para verificar possíveis defeitos. Brinquedos móveis como gangorra e gira-gira merecem atenção redobrada. E as crianças menores de cinco anos devem estar sempre acompanhadas por um responsável, que poderá socorrê-las imediatamente no caso de um acidente.

As crianças nunca podem permanecer sozinhas nas piscinas
 
Na piscina, todo cuidado é pouco. As crianças nunca devem permanecer sozinhas nesses locais. O síndico deve orientar os funcionários a ligarem imediatamente para os pais dos menores que forem encontrados desacompanhados de adultos na piscina.
 
Além de orientar os funcionários para estarem atentos à circulação e brincadeiras das crianças nas áreas comuns, o síndico pode sugerir ou mesmo organizar previamente, alguns passeios externos, para locais como parques, museus, zoológico e outros pontos turísticos da cidade de São Paulo. Mas é importante que pelo menos um morador fique como responsável pelo grupo nesses passeios.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

 
 
 

Oferta de imóveis para aluguel sobe 28% em SP

De acordo com o levantamento, a escassez de imóveis destinados à locação vem diminuindo na capital paulista
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
Imóveis comerciais de grandes lajes são os mais buscados (Foto: Thinkstock)
 
A oferta de imóveis residenciais e comerciais para locação na cidade de São Paulo cresceu 28% entre janeiro e novembro deste ano, em comparação ao mesmo período de 2011.
 
Na locação residencial as pessoas vêm buscando, no geral, apartamentos de dois e três dormitórios, com no mínimo uma vaga de garagem e em regiões bem localizadas, preferencialmente próximas a metrô, com valor de aluguel médio de R$ 2.500.
 
Comercial – Ainda de acordo com o levantamento, as locações comerciais mais buscados são os imóveis de grandes lajes, galpões e lojas de rua em regiões estratégicas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Brasil não corre risco de bolha imobiliária, garante Secovi
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
 
Apesar de ainda boa parte do mercado ter receio, o presidente do Secovi-SP (sindicato da habitação), Claudio Bernardes, assegurou que não há riscos de surgir uma bolha imobiliária no Brasil.
 
Em evento realizado na sede da entidade, o especialista disse que não vê fundamentos econômicos que faça o setor ter tal expectativa. Segundo ele, não há no país um alto índice de endividamento, oferta dissociada da demanda, crédito mal concedido e grande aumento de preços, fatores que poderiam indicar a existência de bolha.
 
“Passou o boom [imobiliário]. A oferta e a demanda estão equilibrados. A velocidade do aumento de preço tem diminuído muito também nos últimos tempos. Portanto, a equação continua fechando”, explicou Bernardes.
 
Ainda segundo o presidente do sindicato, não há no país uma grande presença de investidores interessados em comprar imóveis para fins de especulação. O modelo dos financiamentos e a baixa representatividade deles em relação ao PIB nacional também são fatores apontados por ele que amenizam a possibilidade da formação de uma bolha.
 
Para presidente do Secovi, Claudio Bernardes, não há no país crédito mal concedido e grande aumento de preços dos imóveis
 
 
“Projeções indicam que nos próximos dez anos o mercado terá de produzir 23 milhões de unidades, ou seja, 1,9 milhão de unidades por ano. Hoje a capacidade de produção está em 1,1 milhão”, apontou.
 
“Um imóvel comprado em 2002 por R$ 148 mil hoje valeria R$ 416 mil. Porém, devido à evolução do poder de compra do consumidor, é possível compra-lo com a mesma renda”, finalizou.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Saiba os cuidados que se deve ter ao iluminar a casa para o Natal
 
Fonte: ZAP Imóveis
 
Em menos de um mês para o Natal, os pisca-piscas começam a iluminar as casas e prédios das cidades. O clima da data já toca as pessoas antes mesmo de dezembro chegar. Enfeitar a janela, árvore e outras partes do imóvel pode ser uma tradição que sua família e vizinhos seguem todos os anos, mas é preciso lembrar que alguns cuidados devem ser tomados para que a alegria desta época não se transforme em dor de cabeça.
 
Escolha modelos de pisca-piscas com os fios impermeáveis, caso fiquem expostos à chuva (Fotos: Thinkstock)
 
Ao optar pela aplicação de pisca-piscas pela casa, é necessário ficar atento em relação à conservação do equipamento, já que o descascamento dos fios pode provocar um acidente. “O excesso de carga ou um projeto inadequado pode acarretar sobreaquecimento ou curto circuito na instalação elétrica”, afirma Ligia Franco, arquiteta da Doutor Resolve. Portanto, utilizar o material em boas condições é a atitude mais segura.
 
De acordo com a profissional deixar a iluminação ligada a noite inteira, além de prejudicar para o bolso devido ao alto consumo de energia, também pode causar um incêndio. “A recomendação é desligar o equipamento durante a noite para evitar que as lâmpadas fiquem superaquecidas e ocasionem um acidente”, diz.
 
O perigo não pára por aí. Segundo Ligia, os fios devem permanecer longe de materiais inflamáveis, cortinas e sofás. “Em caso de acidente, eles se tornariam combustíveis para o fogo”, explica Ligia.
 
Os pisca-piscas não devem ficar expostos à chuva e ao calor, pois os cabos podem ficar danificados. “Existem modelos de luzes com os fios impermeáveis que garantem melhor funcionamento e segurança”, orienta a arquiteta. Além disso, é preciso fazer toda a instalação com os pés e mãos secos. Caso seja preciso conectar os fios, a especialista recomenta o uso de fita isolante e nunca a do tipo adesiva, esparadrapo ou similar.

Não deixe os pisca-piscas ligados à noite inteira,
sob o risco de causar um acidente
 
Para a decoração ter sucesso, todos os detalhes têm que ser avaliados. Se a produção for feita no jardim, há a opção de utilizar pisca-piscas com proteção de plástico para proteger as folhas e galhos de árvores do contato direto com as luzes “A iluminação pode aquecer demais e prejudicar as plantas”, afirma Graziela Lourensoni, gerente da Gardena. Portanto, esteja atento tanto à beleza das luzes quanto à segurança de sua casa e seres vivos que a habitam.