segunda-feira, 8 de agosto de 2016


Confira as vantagens e desvantagens de integrar os ambientes


Junção de diferentes áreas exige planejamento e bom senso

Fonte: ZAP em Casa


Em geral, os novos empreendimentos estão com metragens cada vez mais enxutas ao mesmo tempo em que investem em generosas varandas gourmet. É neste cenário que surge a ideia – e alguns casos a necessidade – de se integrar os ambientes. Mas a solução requer planejamento. “Normalmente exige uma obra, que pode esbarrar em legislações, regulamento interno do condomínio, e gera custos”, afirma a arquiteta Luciana Araújo. “Em alguns casos é possível ganhar mais espaço apenas com o uso de mobiliário e acessórios”.

Derrubar as paredes garante amplitude visual e física dos espaços e costuma tornar o dia a dia mais prático, principalmente de pessoas que recebem visitas com frequência. No entanto, misturar os ambientes pode exigir uma mudança de comportamento dos moradores. “Quando a cozinha passa a ser sala, ela precisa estar sempre organizada, ter uma mobília de qualidade e eletrodomésticos bacanas”, recomenda a arquiteta. “Se a cozinha tem uma atividade intensa e constante, com café, almoço e jantar, a reforma pode não ser uma boa escolha”.

Integração pode ser uma boa saída para apartamentos pequenos. Vidros e espelhos ajudam a dar amplitude no ambiente (Foto: Divulgação/ Óbvio)

A junção da sala com a varanda também exige atenção. “Se a área externa for muito pequena, o ganho é pouco. Vira uma sala com um quadrado a mais”, brinca Luciana. “Uma alternativa nesses casos é usar vidro para integrar as áreas visualmente, mantendo a delimitação dos espaços”.

Quando a cozinha passa a fazer parte da sala é preciso garantir a organização do espaço. É interessante investir em móveis e bons eletrodomésticos que funcionem como objetos de decoração (Foto: Divulgação/ Óbvio)

Já as integrações de sala e quarto e sala e home office são apostas menos arriscadas. “Esses projetos costumam ser mais fáceis de executar, tem custos menores e trazem ótimos resultados”, diz. “Nos apartamentos mais novos geralmente é possível escolher a planta com uma sala estendida ou mais um quarto ou um home office e caso a necessidade surja depois é uma adaptação simples, já que estava pré-programada”.

Portas e divisórias retráteis são boas opções para ambientes que podem exigir isolamento em determinadas ocasiões, como a cozinha e o home office (Foto: Divulgação/ Óbvio)

Confira abaixo algumas dicas de integração:

Sala e cozinha
Sala e cozinha integradas
Ótima opção para quem gosta de receber visitas em casa e cozinha esporadicamente. Pode ser feita com a demolição total ou parcial da parede. Aposte em uma bancada para dividir os ambientes. O móvel por servir de mesa e/ou como base para o cooktop, por exemplo (Foto: Reprodução/Pinterest)

Sala e varanda
É uma alternativa para quem gosta do contato com o exterior. Caso não queira derrubar a parede, aposte em grandes portas e janelas de vidro. O vidro é bem-vindo também para isolar a área de condições climáticas extremas (Foto: Shutterstock)

Sala e quarto
É uma boa aposta para residências com poucas pessoas. Além de aumentar o espaço, garante mais praticidade no dia a dia. Invista em mobiliário de dupla função e em uma decoração harmoniosa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Sala e home office
Como o home office pede em determinados momentos silêncio e concentração, a dica é apostar em uma porta ou divisória retrátil (Foto: Divulgação/Mamm Arquitetura)

Confira 10 espécies de árvores para a calçada

Antes do plantio é preciso levar em consideração tamanho, frutos e até a quantidade de folhas

Fonte: ZAP em Casa


Muito mais do que embelezar as ruas, as árvores para a calçada são importantes para o equilíbrio da temperatura, trazem mais frescor, aumentam a umidade do ar, reduzem a poluição e servem de alimento e refúgio para pássaros e outras aves.

Mas para ver e respirar tantos benefícios, é necessário tomar alguns cuidados na escolha das espécies, principalmente quando a intenção é plantá-las na calçada. O primeiro passo é procurar a prefeitura de seu município e consultar se há algum plano de arborização urbana que aponte os tipos de árvores permitidos para o plantio.

Depois das questões legais, vem a parte prática. “É preciso pensar no porte que a espécie vai atingir adulta, porque ela não pode invadir as fachadas e a fiação elétrica dos postes”, afirma a arquiteta-paisagista, Juliana Freitas, da Juliana Freitas Paisagismo. “Por isso, as árvores mais comuns para esse tipo de utilização são as de médio para pequeno porte”.
Segundo a especialista deve-se prestar atenção também nas raízes para que elas não levantem a calçada, no tamanho e no tipo de fruto para que não ofereça riscos para quem passa ou estaciona embaixo das árvores, na perda das folhas para evitar o entupimento de bueiros, e no diâmetro do tronco para que a passagem não fique comprometida. “Em São Paulo, por exemplo, há vários problemas com Figueiras, que foram plantadas em terrenos pequenos e estão barrando a passagem das pessoas”.

Confira abaixo a lista com 10 árvores para a calçada:

1. Aroeira

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São árvores belas e proporcionam um bom sombreamento. “Elas atraem muito pássaros e a copa e as folhas têm um formato muito bonito”, afirma Juliana (Foto: Reprodução/Shutterstock)

2. Chuva de ouro (Cassia fistula)

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Com lindos cachos pendentes de flores douradas, a espécie de porte médio alcança no máximo 10 metros de altura. “É bem propícia também, porque além do tamanho, não têm raízes agressivas” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

3. Eritrinas


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É uma espécie nativa que pode ser encontrada de vários tipos. “Em comum elas dão muitas flores e é possível escolher o tamanho” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

4. Escova de garrafa


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São árvores de pequeno porte cuja flor vermelha é exuberante. “Muito resistente à seca, elas sobrevivem bem com o mínimo de cuidado” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

5. Ipês

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Com troncos e ramos elegantes, os ipês tem florescimento em diversas cores: ipê-amarelo, ipê-branco, ipê-rosa e ipê-roxo. “Normalmente são de grande porte, mas tem uma opção conhecida popularmente como mini-ipê ou ipê de jardim” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

6. Magnólia

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 Ideais para clima subtropicais, ela é uma opção interessante por causa do seu pequeno porte. “Ela é uma árvore que foge um pouco do comum e as flores são perfumadas” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

7. Manacá da serra

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Também é uma espécie que não possui raízes agressivas e o porte de baixo a médio. “Está sempre florida e com três cores diferentes, branca, rosa e roxa” (Foto: Reprodução/Shutterstock)


8. Pata de vaca

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Ideal para calçadas estreitas e pelo porte pequeno não atrapalha a fiação elétrica. “A única ressalva é com relação ao tronco, que é bem mole e tem risco de queda” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

9. Quaresmeira

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Espécie nativa que possui floração roxa e bom sombreamento. “Tem raízes boas e os galhos bem firmes” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

10. Resedá

Reseda

Usada com bastante frequência na arborização urbana, tem folhas resistentes que só caem uma vez por ano e aguentam bem o inverno. “As flores normalmente são de três cores, branca, rosa e pink, e a folha também tem uma tonalidade bem bonita”, finaliza Juliana (Foto: Reprodução/Shutterstock)

terça-feira, 17 de maio de 2016


Tendência: veja como usar gaiolas decorativas em casa


Peça recebe sobrevida nas mãos de designers de interiores

Fonte: ZAP em Casa

Sabe aquela gaiola que ia para o lixo? Ela pode ser usada como um objeto de decoração, e muitos compartilham da ideia de usar  gaiolas decorativas para mudar o ambiente. A designer de interiores e publicitária Margarete Munari compartilha da ideia. “Gosto de aves, então, decidi plantar árvores. Tenho algumas em vasos e ganhei muitos pássaros como visitantes!”.

Na casa da designer, uma gaiola que ganhou de presente foi transformada em símbolo da liberdade dos pássaros. “Veio da Indonésia, e a utilizo como objeto de resistência, sempre com a portinha aberta”, diz.
Mas jogar o objeto fora sempre esteve fora de cogitação. “Sou totalmente a favor da reciclagem das gaiolas existentes porque podemos utilizá-las como objetos “vintage”. A gente decide soltar o animal e, depois, faz o quê com a peça? Não dá para produzir mais lixo, certo? Então, vamos reciclar!”, diz Margarete.

No chão

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As gaiolas podem ser usadas para iluminarem um caminho por exemplo, fica super charmoso (Foto: Reprodução/Pinterest)
Já pensou em fazer um caminho de passagem todo iluminado, com velas? Pois é, as gaiolas podem ser excelentes acessórios neste caso. Também podem ser usadas para compor ambientes já que o fundo tende a ser resistente, o que garante a segurança quando as velas estiverem acesas.
Nas mesas
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Elas podem ser usadas como belos e delicados enfeites de mesa (Foto: Reprodução/Pinterest)
Seja para compor a decoração de festas, serem usadas como candelabros e até mesmo nas mesinhas de cabeceira, vale apostar na decoração das gaiolas com flores (valem, inclusive, as artificiais), colares de pérolas (para dar aquele toque romântico) e luzes pisca-pisca (que podem ser de led, se você não quiser ligar na tomada)!

Penduradas

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Que tal usar a gaiola como um pendente? Elas dão um ar diferente e delicado ao ambiente (Foto: Reprodução/Pinterest)
A grande vantagem de usar as gaiolas ‘flutuantes’, ou seja; penduradas, é a otimização do espaço. E, vamos combinar: fica um charme só!

Tem gaiola parada por aí?

Olha quanta dica boa a designer de interiores tem para nós:
– Pinte com tinta fluorescente e coloque luzes de natal, tipo piscas, transformando a peça.
– Pinte com spray cobre – cor que é grande tendência na decoração – e depois coloque um soquete, um fio, um suporte de teto e uma lâmpada Globe (dessas tipo bola) e você terá um lindo pendente!
– Use como ‘vaso’ de plantas. Fica super bonito, principalmente, se a peça for fabricada em bambu.
– Gaiolas de madeira ficam um arraso quando são decoradas com flores. Vale pintar de branco também e ficar com um ar provençal.
– Para decoração de festas, pinte as gaiolas de acordo com o tema. A sugestão da designer é deixar a portinha aberta para transformar a peça em um lindo porta-docinhos.

segunda-feira, 28 de março de 2016



Fora do comum: Dicas diferentes para a varanda gourmet


Conheça algumas soluções para dar novos ares a uma churrasqueira sem uso na varanda de casa

Fonte: ZAP em Casa

Item comum em boa parte dos lançamentos imobiliários, a varanda gourmet é uma mão na roda para quem costuma receber amigos no apartamento com frequência. Mas o que fazer quando churrasco não é bem o forte da casa? É possível dar outros usos à área, de modo que a churrasqueira não vire um peso morto na varanda.

“Tudo depende do projeto do apartamento”, ressalta o arquiteto Leandro Oliveira. “Se for possível retirar o equipamento, é possível ampliar a varanda”, explica Leandro. A arquiteta Bruna Sandeville explica que a melhor solução é integrar a varanda à sala, ampliando o ambiente. “Essa solução é vantajosa para apartamentos maiores, onde se ganha mais espaço de convivência”, conta Bruna.

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Varanda gourmet é ideal para reunir os amigos, mas pode ter outra funcionalidades (Foto:Divulgação/Gafisa)

Outra ideia é usar a área que seria da churrasqueira como extensão da lavanderia. “Em apartamentos menores, geralmente a área de serviço é apertada, com pouco espaço para maquinario de lavanderia, por exemplo”, explica Bruna Sandeville. É possível abrir espaço para máquinas de lavar e secar, e até um tanque, caso não tenha no espaço originalmente destinado. “Isso é possível sem perder muito espaço da varanda”, explicita Bruna.
Se não for possível demolir a churrasqueira, é possivel transformá-la numa estante para plantas, criando uma parede verde no apartamento. “As plantas ajudam a arejar o ambiente, e diminuir a temperatura do apartamento em épocas muito quentes”, conta Leandro Oliveira.

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O espaço também pode servir para abrir um jardim (Foto: Divulgação/Exploflora)

Foi o que fez a médica Joana Nunes, em seu apartamento no Tatuapé. “Coloquei prateleiras no lugar das barras de ferro e pus algumas plantas, decorativas e verdadeiras misturadas”, conta Joana. Ela não quis fazer obras no apartamento e optou pela solução mais simples para dar outro uso à churrasqueira.
Em todo caso, Leandro e Bruna concordam que o mais indicado ainda é manter a varanda destacada do apartamento. “A varanda é um dos itens que mais valoriza um imóvel hoje em dia”, explica Bruna.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

 Dicas para combater o mosquito que transmite: a Dengue, Zika vírus e Chikungunya

Fonte: ZAP em Casa

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O mosquito Aedes Aegypti é responsável pela transmissão da Dengue, Zika Vírus e Chikungunya (Foto: Reprodução/ Shutterstock)
O Aedes Aegypti ficou conhecido como o mosquito da dengue, agora além disso, ele também transmite o Zika Vírus e o Chikungunya, e fez com que todo o país entrasse em estado de atenção para combater o mosquito.
Somente a fêmea do mosquito que pode transmitir as doenças. De acordo com o Ministério da Saúde, ao apresentar qualquer sintoma é necessário procurar diretamente um médico. Repelentes e inseticidas ajudam a proteger as pessoas do mosquito, evitando assim que ele seja picado.
Além disso, não deixe de verificar nos ambientes se:
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É importante não deixar água parada. Por isso, deixe os vasinhos sempre com areia. (Foto: Reprodução/Pinterest)
-Tem acumulo de água: É preciso atenção para não deixar água acumulada em pneus, garrafas pets, vasinhos de plantas ou qualquer outro ambiente em que a água fique parada;
– Se os vasinhos das plantas da varanda ou do jardim estão com areia;
– Se a caixa d’água está bem fechada;
– Latas e garrafas estão armazenadas de cabeça para baixo.
Quanto aos sintomas, eles são bem parecidos:
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Geralmente febre, dor de cabeça e nas articulações são sintomas das doenças transmitida pelo mosquito. (Foto: Reprodução/Shutterstock)
Dengue: Um dos primeiros sintomas a aparecer é a febre alta (39º a 40º). Geralmente dura de 2 a 7 dias. Além disso, dores de cabeça, no corpo e nas articulações. Fraqueza, dor atrás dos olhos, coceira, perda de peso, náuseas e vômitos. Vale lembrar que a infecção por dengue pode ser assintomática (não apresentar sintomas), leve ou grave, levando à morte. Vale lembrar que existem 4 tipos de dengue, e a pessoa pode ser infectada mais de uma vez.
– Chikungunya: Se a pessoa for infectada uma vez, ela ficará imune pelo resto da vida. Dentre os sintomas estão febre alta, dores intensas nas articulações dos pés e das mãos, dedos, tornozelos e pulsos. Manchas vermelhas na pele. Dores de cabeça e nos músculos não estão descartadas.
– Zika Vírus: De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 80% das pessoas que são infectadas pelo Zika não desenvolvem sintomas, porém alguns sinais devem ser levados em consideração como: dor de cabeça, febre baixa, dores levas nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Além disso, podem aparece inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômito. Geralmente os sintomas desaparecem espontaneamente, após 3 a 7 dias.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Saiba como escolher o espelho para o lavabo



Cartão de visitas da casa, banheiro social “pede” espaço e muita criatividade


Fonte: ZAP em Casa 

O espelho é um objeto que nunca sai de moda e virou peça chave em ambientes pequenos, como o lavabo. Além de decorar o local, eles dão amplitude ao banheiro social, se usados corretamente. “Como os espaços são cada vez menores, a sensação de profundidade e distribuição de luz dos espelhos é fundamental, principalmente nos lavabos onde esses pontos são mais críticos”, afirma a decoradora Luana Oliveira.

Pela própria estrutura do espaço e tipo de uso, o banheiro de visitas permite uma decoração mais elaborada em relação aos outros banheiros da casa. De acordo com Luciana, vale apostar desde itens tradicionais até em móveis e objetos mais ousados como papel de parede, cortinas, quadros e poltronas. “E os espelhos precisam acompanhar a proposta, por isso existem opções de diversos formatos, tamanhos, com molduras, luzes…”, afirma. “Pode abusar da criatividade!”.


Espelhos retangulares são a melhor aposta para quem quer aumentar o espaço (Foto: Divulgação/ Casa de Valentina)


Formatos e tamanhos

Segundo Luana, os espelhos redondos são os mais delicados e descontraídos e valorizam a bancada e a pia. As opções quadradas, por serem mais formais, dão aparência de organização e são adotadas em decorações mais tradicionais.

Os irregulares misturam sensações de equilíbrio e caos, sendo muito utilizados em decorações mais modernas. Já os modelos retangulares transmitem tranquilidade e atitude. “Esses são os mais usados em lavados e normalmente ocupam toda a parede a partir da pia para ampliar o espaço”.



Espelhos quadrados são mais tradicionais e dão a sensação de organização (foto: Divulgação/ Desire to Inspire)


De acordo com a decoradora, os modelos muito pequenos podem causar certo desconforto psicológico e a sensação de falta de unidade.

Fica a dica

– Evite colar o espelho na parede, pois a umidade pode acabar danificando a peça;

– Para dar profundidade ao local é preciso instalar o espelho nas paredes do fundo;

– Se quiser o ambiente o mais largo e amplo possível é necessário posicionar o espelho em um ângulo oposto ao da janela.



Para dar mais sensação de largura e profundidade, espelho deve ser posicionado na parede do fundo e/ou em ângulo oposto ao das janelas (foto: Divulgação/ Bath Design)


Formatos redondos e ovais são mais descontraídos (foto: Divulgação/ Paola Ribeiro)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016


Vinil, fibra ou azulejo? Veja as vantagens de cada tipo de piscina


Confira dicas para saber qual modelo é o ideal para a sua casa

Fonte: ZAP em Casa

Ter uma piscina é o sonho de muitos que compram um lote em um condomínio ou um terreno para construir sua casa de campo ou de praia. Na hora de tornar real esse projeto, surgem dúvidas sobre qual é o melhor tipo de piscina, já que existem diferentes modelos.


Piscina de azulejo com barras, rampa interna, hidromassagem, cascata e iluminação de LED do Rancho Amor Infinito (Foto: Divulgação/Grecco Studio)
A escolha deve ser feita de acordo com a longevidade que você espera que a piscina tenha, afirma José Analha Todescato Sobrinho, proprietário de uma construtora de casas de veraneio e do espaço de eventos “Rancho Amor Infinito”, ambos na cidade de Lins, no interior de São Paulo.
Para ele, é importante que uma piscina de azulejo para eventos, como a que ele projetou em seu rancho, tenha rampa de acesso para cadeirante, barras de apoio e possua piso antiderrapante de ótima qualidade para idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
José Analha já construiu quatro piscinas e lista as vantagens de cada tipo. Leia abaixo:

Piscina de Vinil:

Custo baixo, é bonita e é a que mais se vende atualmente. As desvantagens são que ela é mais frágil e tem um tempo de vida útil curto. “Se alguém pisa em uma tampinha de garrafa dentro da piscina, por exemplo, ela corta o vinil e vai ter vazamento. Isso gera um custo de manutenção pra tirar toda a água”, explica.
Em média, com a exposição do sol do interior e os produtos para tratamento da água, a piscina dura entre nove e dez anos. Uma piscina de 6m x 3m custa cerca de R$ 9 mil, só o vinil. “Se a cada dez anos você tem um custo deste, acho que fica caro ao longo do tempo”, afirma.

Piscina de Fibra:

Ela é toda de fibra de vidro, como se fosse uma caixa d´água grande. Este modelo é melhor que a de vinil, mas é difícil transportar devido ao tamanho.
Esse material também pode deformar quando esvaziado. Outro ponto negativo, segundo o construtor, é que a borda é muito lisa e se torna escorregadia. Com a exposição do sol e com os produtos para tratar a água, ela também pode ressecar. O tempo de vida útil dela é de cerca de 15 anos.

Piscina de azulejo:

Ela é 35% mais cara que a de vinil, porém é a mais recomendada em termos de durabilidade. A grande vantagem é que pode retirar a água, escovar e tratar a piscina, sem afetar a longevidade.
Analha orienta que se coloque pedra no chão ao redor da piscina, não piso, mesmo se for antiderrapante. “Quando você sai da piscina, o pé está úmido e a pedra, por característica, chupa a água. Você dá três passos e seu pé está seco. Pisos modernos impermeabilizantes não têm este poder de sucção”.
A pedra deve ser colocada pelo menos 1,5 m ao redor da piscina. O material pode ser goiana ou mineira, exemplifica o construtor.
Casa de máquina externaa evita umidade, ácaro e tem fácil acesso (Foto: Vanessa Teodoro)
Casa de máquina externa evita umidade, ácaro e tem fácil acesso (Foto: Vanessa Teodoro)

Casa de Máquinas

O construtor recomenda que a casa da máquina da piscina seja externa, não subterrânea como comumente é feita. Este modelo ainda não é muito popular e na cidade onde mora ele foi o pioneiro a adotar a ideia. Analha explica que a casa de máquinas subterrânea acumula ácaro e umidade, o que atrai barata e escorpião. O acesso é difícil e enche de água quando chove.
A casa de máquina externa tem uma estrutura semelhante a uma cabine de gás. Analha diz que ela é mais fácil de limpar e, como pode ser instalada uma tabela com as cores dos registros na parede, também é mais simples controlá-los.
Válvula de retenção da casa de máquinas externas do Rancho Anor Infinito (Foto: Vanessa Teodoro)
Válvula de retenção da casa de máquinas externas do Rancho Anor Infinito (Foto: Vanessa Teodoro)
A única diferença na estrutura é uma válvula de retenção, que faz com que o cano esteja sempre cheio de água. “Toda vez que a bomba entrar, o cano está cheio de água, a bomba não pega ar e a ventuia não trabalha seca. Quando ela trabalhar seca, a bomba estraga”, explica.
Há como programar a quantidade de cloro que a piscina recebe semanalmente, com um timer no motor. Isso é válido porque existem pessoas que não vão frequentemente às casas de veraneio, mas com esse recurso podem manter a piscina bem tratada.