segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Descubra se vale a pena investir na automação residencial

Tecnologia pode trazer valor agregado ao imóvel, mas o investimento é alto

Fonte: ZAP em Casa

A tecnologia cada dia mais avança em todos os segmentos e ela pode tornar a vida das pessoas mais fácil. Uma das técnicas que tem conquistado espaço é a da automação residencial. Além de garantir mais conforto e segurança, ela pode gerar valor agregado ao preço do imóvel. Porém, o investimento é alto e será que vale a pena investir na automação residencial neste período que o mercado imobiliário sofre com a retração causada pela crise econômica?

A automação residencial tem se tornado cada vez mais comum. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside) apontam que o mercado global de automação tem projeção de crescimento anual de 11,36% entre 2014 e 2020. Estima-se que, no Brasil, 300 mil casas possuem automação. Porém, o potencial atual para fornecimento de equipamentos para 1,8 milhão de casas.

Além de garantir mais conforto e segurança, ela pode gerar valor agregado ao preço do imóvel (Foto: Shutterstock)

Um dos aspectos positivos do investimento é que a automação traz conforto, segurança e praticidade aos usuários. “Este programa de automação trabalha de forma harmônica com os equipamentos de alta tecnologia desenvolvidos para as residências, como aparelhos de áudio, home e televisão, assim como alarmes e sistema de segurança”, explica a arquiteta Rozze Dominggues, do escritório Doma Arquitetos.

No quesito segurança, é possível investir em sistemas como alarmes contra roubos, aviso de vazamento de gás ou falhas elétricas. A automação ainda é capaz de otimizar o consumo. “Um dos benefícios é a economia porque a energia é usada apenas quando necessária porque o controle remoto ajusta o tempo do ar-condicionado, da iluminação, dos dispositivos de áudio e vídeo, o que elimina gastos desnecessários”, acrescenta a arquiteta.

No quesito segurança, é possível investir em sistemas como alarmes contra roubos, aviso de vazamento de gás ou falhas elétricas (Foto: Shutterstock)

Porém, apesar dos benefícios, o mercado imobiliário sente, neste momento, os reflexos da crise econômica e política que o Brasil enfrenta. O crédito está limitado e os juros estão em alta, refletindo diretamente nas vendas de imóveis no país. Portanto, seria este o momento ideal para investir na automação residencial? É importante frisar que o investimento é alto e que, nesta fase, pode não render o retorno esperado e não valorizar o imóvel como deveria.

“Se o mercado estivesse em uma situação normal de crédito, a automação ajudaria a valorizar. Mas hoje, com as vendas diminuindo, é mais complicado conseguir vender mais caro. Há dois anos valeria a pena fazer o investimento e talvez daqui entre dois e três anos volte a valer a pena”, afirma a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.

Este programa de automação trabalha de forma harmônica com os equipamentos de alta tecnologia desenvolvidos para as residências (Foto: Shutterstock)

Para o economista Marcelo Barros, neste momento, vale mais a pena investir no que é essencial para vender um imóvel. “Hoje dificilmente um investimento em automação vai aumentar o preço do imóvel. Quando o imóvel usado está bem conservado tem um valor intrínseco. Se você gastar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil em automação, dificilmente esse valor vai transferir para o preço do imóvel. Ou seja, hoje está valendo mais manter o imóvel bem conservado e em bom estado, com uma pintura boa. Não é o momento de investir em automação”, reforça o economista Marcelo Barros.

Porém, mesmo que não seja o momento ideal para investir na automação residencial, este é um mercado que ainda tende a crescer bastante nos próximos anos e é importante que o corretor de imóveis tenha conhecimento sobre o assunto. Até porque, neste momento, a automação pode não influenciar diretamente no valor do apartamento ou da casa, mas ele pode ser o diferencial para atrair o cliente e fechar o negócio, se o corretor souber explicar os diferenciais que a automação pode oferecer.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016


Saiba como escolher o piso para a sala

Cerâmica, laminados e PVC são os queridinhos dos brasileiros; madeira é apontada como tendência para os próximos anos

Fonte: ZAP em Casa

Entrar em uma loja de material de construção para escolher um revestimento para a sala é como estar em um parque de diversões. Parecem infinitos os tipos de piso, materiais, cores, texturas –e a responsabilidade é grande, já que um deles será o protagonista de um dos ambientes mais sociais da residência. Mas a tarefa nada fácil pode se tornar mais simples quando algumas regras são seguidas. A primeira delas é adequar o material escolhido ao uso do lugar.

É preciso pensar em itens como resistência, abrasão, temperatura, umidade e reflexão. “O morador tem de analisar se o local tem muita passagem, se tem uma incidência diária de sol, se há crianças na casa – neste caso é bom que o piso não seja muito liso”, ensina o arquiteto Caio Oliveira.



No Brasil, os preferidos são os de cerâmica e os porcelanatos. Os laminados e os chamados pisos vinílicos (PVC)

No Brasil, os preferidos são os de cerâmica e os porcelanatos. Os laminados e os chamados pisos vinílicos (PVC) – que aparecem em rolos – estão sempre no ranking dos mais vendidos das lojas. Esses dois exigem alguns cuidados: podem ser lavados com um pano úmido, mas jamais podem ficar submersos em água.

A fórmula do sucesso desses quatro tipos é a grande oferta, o baixo custo, a fácil manutenção/instalação e a durabilidade. Na C&C, por exemplo, um piso de cerâmica comum parte de R$ 9,90 o m², enquanto um do tipo laminado sai a partir de R$ 28,90. Já na Leroy Merlin, o m² do PVC surge por R$ 17,99. Porcelanatos são encontrados em grande variedade e custam entre R$ 21,99 e R$ 145 o m².


Independentemente do tipo de piso escolhido, preservar o revestimento da sala é algo básico (Foto: Shutterstock)

Para a arquiteta Flavia Sá, escolher o piso certo para a sala valoriza o imóvel e facilita na composição da decoração. “Quando falamos em ambientes como a sala, pensamos no aconchego. Por isso, não recomendo o uso de porcelanato nestes ambientes”, opina a profissional que prefere outros materiais mais nobres em seus projetos, como o mármore e a madeira. Por falar em madeira, o material que se popularizou por aqui com tacos entre os anos 1950 e 1970, é apontada estarão em destaque nos próximos anos. “Madeira de demolição, madeira ebanizada ou madeira rústica com veios devem ser tendência na decoração deste ambiente”, aponta Flavia.

Imitações


Lembre-se de não arrastar móveis e ter atenção aos produtos de limpeza recomendados (Foto: Shutterstock)

Os pisos que imitam outros materiais mais nobres reinam nas prateleiras. Há os do tipo frios que lembram o mármore, os vinílicos de PVC que fazer parecer um chão inteiro de cimento queimado, os laminados mais elaboradoras que “juram” ser madeira e por aí vai. A advogada Leonor Santos elegeu um vinílico cinza para a sala e a extensão da cozinha. Esse tipo é indicado para ambientes internos e secos. “A instalação foi fácil, sem sujeira e atendeu às expectativas de um piso com acabamento moderno”, conta.

Independentemente do tipo de piso escolhido, preservar o revestimento da sala é algo básico. Lembre-se de não arrastar móveis e ter atenção aos produtos de limpeza recomendados. Isso mantém a qualidade do piso por mais tempo.


É preciso pensar em itens como resistência, abrasão, temperatura, umidade e reflexão (Foto: Shutterstock)

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Confira ideias para mudar a iluminação da sua casa


Fonte: ZAP em Casa


A iluminação pode fazer toda a diferença na hora de decorar a casa! Por isso, ela merece todo o cuidado, e pode sim, ser o destaque do ambiente.

Basta deixar a imaginação fluir na hora de pensar na iluminação dos cômodos, já que uma luminária pode fazer toda a diferença.



Luminária pendente feita com baldinhos de praia (Foto: Paulo Andrade)


Para quem não quer gastar muito, é possível criar luminárias com os mais diversos materiais. Desde concha de bambu, passando por baldinhos de praia e também prendedor de roupa.



Faça você mesmo um abajur com espátula e concha de bambu (Foto: Paulo Andrade)




Luminária de pregador pode ser feito no estilo faça você mesmo (Foto: Wagner Benedetti)




Dê mais vida ao seu banheiro com luz e cor (Foto: Wagner Benedetti)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016


Confira as vantagens e desvantagens de integrar os ambientes


Junção de diferentes áreas exige planejamento e bom senso

Fonte: ZAP em Casa


Em geral, os novos empreendimentos estão com metragens cada vez mais enxutas ao mesmo tempo em que investem em generosas varandas gourmet. É neste cenário que surge a ideia – e alguns casos a necessidade – de se integrar os ambientes. Mas a solução requer planejamento. “Normalmente exige uma obra, que pode esbarrar em legislações, regulamento interno do condomínio, e gera custos”, afirma a arquiteta Luciana Araújo. “Em alguns casos é possível ganhar mais espaço apenas com o uso de mobiliário e acessórios”.

Derrubar as paredes garante amplitude visual e física dos espaços e costuma tornar o dia a dia mais prático, principalmente de pessoas que recebem visitas com frequência. No entanto, misturar os ambientes pode exigir uma mudança de comportamento dos moradores. “Quando a cozinha passa a ser sala, ela precisa estar sempre organizada, ter uma mobília de qualidade e eletrodomésticos bacanas”, recomenda a arquiteta. “Se a cozinha tem uma atividade intensa e constante, com café, almoço e jantar, a reforma pode não ser uma boa escolha”.

Integração pode ser uma boa saída para apartamentos pequenos. Vidros e espelhos ajudam a dar amplitude no ambiente (Foto: Divulgação/ Óbvio)

A junção da sala com a varanda também exige atenção. “Se a área externa for muito pequena, o ganho é pouco. Vira uma sala com um quadrado a mais”, brinca Luciana. “Uma alternativa nesses casos é usar vidro para integrar as áreas visualmente, mantendo a delimitação dos espaços”.

Quando a cozinha passa a fazer parte da sala é preciso garantir a organização do espaço. É interessante investir em móveis e bons eletrodomésticos que funcionem como objetos de decoração (Foto: Divulgação/ Óbvio)

Já as integrações de sala e quarto e sala e home office são apostas menos arriscadas. “Esses projetos costumam ser mais fáceis de executar, tem custos menores e trazem ótimos resultados”, diz. “Nos apartamentos mais novos geralmente é possível escolher a planta com uma sala estendida ou mais um quarto ou um home office e caso a necessidade surja depois é uma adaptação simples, já que estava pré-programada”.

Portas e divisórias retráteis são boas opções para ambientes que podem exigir isolamento em determinadas ocasiões, como a cozinha e o home office (Foto: Divulgação/ Óbvio)

Confira abaixo algumas dicas de integração:

Sala e cozinha
Sala e cozinha integradas
Ótima opção para quem gosta de receber visitas em casa e cozinha esporadicamente. Pode ser feita com a demolição total ou parcial da parede. Aposte em uma bancada para dividir os ambientes. O móvel por servir de mesa e/ou como base para o cooktop, por exemplo (Foto: Reprodução/Pinterest)

Sala e varanda
É uma alternativa para quem gosta do contato com o exterior. Caso não queira derrubar a parede, aposte em grandes portas e janelas de vidro. O vidro é bem-vindo também para isolar a área de condições climáticas extremas (Foto: Shutterstock)

Sala e quarto
É uma boa aposta para residências com poucas pessoas. Além de aumentar o espaço, garante mais praticidade no dia a dia. Invista em mobiliário de dupla função e em uma decoração harmoniosa (Foto: Reprodução/Pinterest)

Sala e home office
Como o home office pede em determinados momentos silêncio e concentração, a dica é apostar em uma porta ou divisória retrátil (Foto: Divulgação/Mamm Arquitetura)

Confira 10 espécies de árvores para a calçada

Antes do plantio é preciso levar em consideração tamanho, frutos e até a quantidade de folhas

Fonte: ZAP em Casa


Muito mais do que embelezar as ruas, as árvores para a calçada são importantes para o equilíbrio da temperatura, trazem mais frescor, aumentam a umidade do ar, reduzem a poluição e servem de alimento e refúgio para pássaros e outras aves.

Mas para ver e respirar tantos benefícios, é necessário tomar alguns cuidados na escolha das espécies, principalmente quando a intenção é plantá-las na calçada. O primeiro passo é procurar a prefeitura de seu município e consultar se há algum plano de arborização urbana que aponte os tipos de árvores permitidos para o plantio.

Depois das questões legais, vem a parte prática. “É preciso pensar no porte que a espécie vai atingir adulta, porque ela não pode invadir as fachadas e a fiação elétrica dos postes”, afirma a arquiteta-paisagista, Juliana Freitas, da Juliana Freitas Paisagismo. “Por isso, as árvores mais comuns para esse tipo de utilização são as de médio para pequeno porte”.
Segundo a especialista deve-se prestar atenção também nas raízes para que elas não levantem a calçada, no tamanho e no tipo de fruto para que não ofereça riscos para quem passa ou estaciona embaixo das árvores, na perda das folhas para evitar o entupimento de bueiros, e no diâmetro do tronco para que a passagem não fique comprometida. “Em São Paulo, por exemplo, há vários problemas com Figueiras, que foram plantadas em terrenos pequenos e estão barrando a passagem das pessoas”.

Confira abaixo a lista com 10 árvores para a calçada:

1. Aroeira

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São árvores belas e proporcionam um bom sombreamento. “Elas atraem muito pássaros e a copa e as folhas têm um formato muito bonito”, afirma Juliana (Foto: Reprodução/Shutterstock)

2. Chuva de ouro (Cassia fistula)

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Com lindos cachos pendentes de flores douradas, a espécie de porte médio alcança no máximo 10 metros de altura. “É bem propícia também, porque além do tamanho, não têm raízes agressivas” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

3. Eritrinas


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É uma espécie nativa que pode ser encontrada de vários tipos. “Em comum elas dão muitas flores e é possível escolher o tamanho” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

4. Escova de garrafa


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São árvores de pequeno porte cuja flor vermelha é exuberante. “Muito resistente à seca, elas sobrevivem bem com o mínimo de cuidado” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

5. Ipês

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Com troncos e ramos elegantes, os ipês tem florescimento em diversas cores: ipê-amarelo, ipê-branco, ipê-rosa e ipê-roxo. “Normalmente são de grande porte, mas tem uma opção conhecida popularmente como mini-ipê ou ipê de jardim” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

6. Magnólia

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 Ideais para clima subtropicais, ela é uma opção interessante por causa do seu pequeno porte. “Ela é uma árvore que foge um pouco do comum e as flores são perfumadas” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

7. Manacá da serra

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Também é uma espécie que não possui raízes agressivas e o porte de baixo a médio. “Está sempre florida e com três cores diferentes, branca, rosa e roxa” (Foto: Reprodução/Shutterstock)


8. Pata de vaca

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Ideal para calçadas estreitas e pelo porte pequeno não atrapalha a fiação elétrica. “A única ressalva é com relação ao tronco, que é bem mole e tem risco de queda” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

9. Quaresmeira

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Espécie nativa que possui floração roxa e bom sombreamento. “Tem raízes boas e os galhos bem firmes” (Foto: Reprodução/Shutterstock)

10. Resedá

Reseda

Usada com bastante frequência na arborização urbana, tem folhas resistentes que só caem uma vez por ano e aguentam bem o inverno. “As flores normalmente são de três cores, branca, rosa e pink, e a folha também tem uma tonalidade bem bonita”, finaliza Juliana (Foto: Reprodução/Shutterstock)

terça-feira, 17 de maio de 2016


Tendência: veja como usar gaiolas decorativas em casa


Peça recebe sobrevida nas mãos de designers de interiores

Fonte: ZAP em Casa

Sabe aquela gaiola que ia para o lixo? Ela pode ser usada como um objeto de decoração, e muitos compartilham da ideia de usar  gaiolas decorativas para mudar o ambiente. A designer de interiores e publicitária Margarete Munari compartilha da ideia. “Gosto de aves, então, decidi plantar árvores. Tenho algumas em vasos e ganhei muitos pássaros como visitantes!”.

Na casa da designer, uma gaiola que ganhou de presente foi transformada em símbolo da liberdade dos pássaros. “Veio da Indonésia, e a utilizo como objeto de resistência, sempre com a portinha aberta”, diz.
Mas jogar o objeto fora sempre esteve fora de cogitação. “Sou totalmente a favor da reciclagem das gaiolas existentes porque podemos utilizá-las como objetos “vintage”. A gente decide soltar o animal e, depois, faz o quê com a peça? Não dá para produzir mais lixo, certo? Então, vamos reciclar!”, diz Margarete.

No chão

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As gaiolas podem ser usadas para iluminarem um caminho por exemplo, fica super charmoso (Foto: Reprodução/Pinterest)
Já pensou em fazer um caminho de passagem todo iluminado, com velas? Pois é, as gaiolas podem ser excelentes acessórios neste caso. Também podem ser usadas para compor ambientes já que o fundo tende a ser resistente, o que garante a segurança quando as velas estiverem acesas.
Nas mesas
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Elas podem ser usadas como belos e delicados enfeites de mesa (Foto: Reprodução/Pinterest)
Seja para compor a decoração de festas, serem usadas como candelabros e até mesmo nas mesinhas de cabeceira, vale apostar na decoração das gaiolas com flores (valem, inclusive, as artificiais), colares de pérolas (para dar aquele toque romântico) e luzes pisca-pisca (que podem ser de led, se você não quiser ligar na tomada)!

Penduradas

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Que tal usar a gaiola como um pendente? Elas dão um ar diferente e delicado ao ambiente (Foto: Reprodução/Pinterest)
A grande vantagem de usar as gaiolas ‘flutuantes’, ou seja; penduradas, é a otimização do espaço. E, vamos combinar: fica um charme só!

Tem gaiola parada por aí?

Olha quanta dica boa a designer de interiores tem para nós:
– Pinte com tinta fluorescente e coloque luzes de natal, tipo piscas, transformando a peça.
– Pinte com spray cobre – cor que é grande tendência na decoração – e depois coloque um soquete, um fio, um suporte de teto e uma lâmpada Globe (dessas tipo bola) e você terá um lindo pendente!
– Use como ‘vaso’ de plantas. Fica super bonito, principalmente, se a peça for fabricada em bambu.
– Gaiolas de madeira ficam um arraso quando são decoradas com flores. Vale pintar de branco também e ficar com um ar provençal.
– Para decoração de festas, pinte as gaiolas de acordo com o tema. A sugestão da designer é deixar a portinha aberta para transformar a peça em um lindo porta-docinhos.

segunda-feira, 28 de março de 2016



Fora do comum: Dicas diferentes para a varanda gourmet


Conheça algumas soluções para dar novos ares a uma churrasqueira sem uso na varanda de casa

Fonte: ZAP em Casa

Item comum em boa parte dos lançamentos imobiliários, a varanda gourmet é uma mão na roda para quem costuma receber amigos no apartamento com frequência. Mas o que fazer quando churrasco não é bem o forte da casa? É possível dar outros usos à área, de modo que a churrasqueira não vire um peso morto na varanda.

“Tudo depende do projeto do apartamento”, ressalta o arquiteto Leandro Oliveira. “Se for possível retirar o equipamento, é possível ampliar a varanda”, explica Leandro. A arquiteta Bruna Sandeville explica que a melhor solução é integrar a varanda à sala, ampliando o ambiente. “Essa solução é vantajosa para apartamentos maiores, onde se ganha mais espaço de convivência”, conta Bruna.

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Varanda gourmet é ideal para reunir os amigos, mas pode ter outra funcionalidades (Foto:Divulgação/Gafisa)

Outra ideia é usar a área que seria da churrasqueira como extensão da lavanderia. “Em apartamentos menores, geralmente a área de serviço é apertada, com pouco espaço para maquinario de lavanderia, por exemplo”, explica Bruna Sandeville. É possível abrir espaço para máquinas de lavar e secar, e até um tanque, caso não tenha no espaço originalmente destinado. “Isso é possível sem perder muito espaço da varanda”, explicita Bruna.
Se não for possível demolir a churrasqueira, é possivel transformá-la numa estante para plantas, criando uma parede verde no apartamento. “As plantas ajudam a arejar o ambiente, e diminuir a temperatura do apartamento em épocas muito quentes”, conta Leandro Oliveira.

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O espaço também pode servir para abrir um jardim (Foto: Divulgação/Exploflora)

Foi o que fez a médica Joana Nunes, em seu apartamento no Tatuapé. “Coloquei prateleiras no lugar das barras de ferro e pus algumas plantas, decorativas e verdadeiras misturadas”, conta Joana. Ela não quis fazer obras no apartamento e optou pela solução mais simples para dar outro uso à churrasqueira.
Em todo caso, Leandro e Bruna concordam que o mais indicado ainda é manter a varanda destacada do apartamento. “A varanda é um dos itens que mais valoriza um imóvel hoje em dia”, explica Bruna.